A eleição de 2016 ainda não acabou e pelo visto trará constantes mudanças, se continuar neste ritmo de condenação dos envolvidos na operação “chequinho” teremos na câmara municipal o Vereador Paulo Arantes do PSDB com 548 votos e o Vereador Luiz Eduardo Crespo do PR com 907 votos. Ocorre que os suplentes que antecedem esses candidatos estão envolvidos diretamente na operação “chequinho” sendo investigados através de uma ação de investigação eleitoral (AIJE) que foi aberta durante o pleito eleitoral, uma ação robusta que contou com prisão de diversos suspeitos que estão sendo investigados. Sorte de uns, azar de outros. O que é certo é que aqueles que foram prejudicados no primeiro momento por não aceitarem troca de votos por cheque cidadão agora podem sorrir com a oportunidade de tornarem-se vereadores mesmo com uma votação baixa. No caso do PSDB não houve coligação, portanto a transmissão é direta para o mesmo partido. E no caso da coligação do PR/PTB/PSD, de Luiz Eduardo Crespo mesmo sendo o quinto suplente irá lograr êxito, pois Thiago Godoy e Roberta de Paula também estão sendo investigados nesta operação. É preciso que os candidatos que são suplentes das vagas ingressem com uma ação na justiça eleitoral, assim irão assegurar os seus direitos em caso de condenação dos réus. Além de alguns que já vem sendo noticiado pela mídia, em dois casos ao meu ver de forma incorreta. Há casos, por exemplo como o PSB e o PRP que apresentam-se novos nomes em contrapartida não informa os vereadores que irão ser substituídos. No caso de Josiane Morumbi tudo ok, uma vez que um vereador eleito no partido encontra-se em processo de investigação. E no PSB quem é investigado?

Abraço a todos.

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