A crise internacional do preço do barril do petróleo, iniciada no final do primeiro semestre de 2014, afetou não somente a Petrobras, mas atingiu em cheio estados e municípios produtores de petróleo. Dados levantados junto à Agência Nacional de Petróleo (ANP) mostraram que a Prefeitura de Campos teve uma brutal queda de receitas de royalties e participações especiais. Nos últimos 20 meses, as perdas foram de mais de R$ 1,250 bilhão.

Em 2015, comparado com 2014, foram quase 600 milhões de reais a menos. A arrecadação oriunda dos royalties, em 2016, vem se agravando ainda mais devido ao preço do barril do petróleo ter  chegado ao fundo do poço no início deste ano, quando atingiu a marca de pouco mais de U$ 27 o barril. Para que os nossos leitores tenham noção, no início da crise, o barril do petróleo custava U$ 115 dólares.

As perdas de 2016 comparadas ao mesmo período de 2014 são superiores a R$ 650 milhões. O município só não entrou em colapso porque a prefeita Rosinha Garotinho, com a sua experiência de ex-governadora, tomou iniciativas de cortar despesas com redução de secretarias, contratos e outras medidas que vêm permitindo manter os serviços essenciais em funcionamento.

Com a recomposição de parte da perda dos royalties de petróleo, a prefeitura pode retomar obras que estavam semiparalisadas, entregando à população equipamentos importantes, como tem sido feito desde o início deste ano: escolas, creches, Postos de Saúde, Bairros Legais, entre outros.

Agora, a prefeitura retomou as obras de mobilidade urbana, dotando bairros tradicionais de Campos de pavimentação asfáltica, de acordo com as normas técnicas ditadas pela legislação federal.

Também,  em parceria com a Águas do Paraíba, a prefeitura iniciou um amplo programa de implantação de rede coletora de esgoto em toda Guarus, saneando uma das regiões mais importantes da nossa cidade com alta concentração populacional.

Pela experiência que tem em administração pública, posso afirmar que só pela competência e experiência dos ex-governadores Rosinha e Garotinho, Campos está vencendo a crise com trabalho, competência, planejamento e responsabilidade. Só não vê, quem não quer. Por isso, posso afirmar que: O pior cego é aquele que não quer ver.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *