Assim como as Prefeituras de Itaocara e Miracema, Bom Jesus do Itabapoana, Santo Antônio de Pádua e São Fidélis decretaram situação de emergência por conta da estiagem nesta quinta-feira (05). 

Com a publicação dos decretos, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição “de bens necessários às atividades de resposta ao desastre”.

Segundo a Defesa Civil de São Fidélis, aproximadamente 100 animais morreram na cidade durante o perído de quatro meses sem chuvas expressivas. Ainda de acordo com o órgão, houve diminuição de 72,57% no índice pluviométrico em comparação com o mesmo período do ano passado. A cidade também teve uma área equivalente a 51 campos de futebol atingida por queimadas em 2017.

Em Pádua, segundo a Prefeitura, já foram registrados 29 focos de queimadas nos últimos meses. O nível do Rio Pomba caiu muito e o abastecimento de água chegou a ser interrompido na última semana.

De acordo com a Defesa Civil de Bom Jesus, o abastecimento de água em quatro localidades está sendo feito com o auxílio de caminhões-pipa. Segundo a administração municipal, já foram registradas perdas expressivas na agricultura e pecuária, e os prejuízos ainda estão sendo contabilizados.

A estiagem nos municípios do Norte e Noroeste Fluminense foi tema de uma reunião entre as prefeituras da região e a Defesa Civil estadual na última semana.

Itaocara e Miracema já haviam decretado situação de emergência

Por conta do período de estiagem que atinge o Noroeste Fluminense, as prefeituras de Itaocara e Miracema, decretaram situação de emergência no último dia 25.

No município de Itaocara já foram registradas 94 queimadas entre agosto e setembro. Já em Miracema, o número chega a 14, com apenas 18 milímetros de chuvas em 2017.

De acordo com ambos decretos, as prefeituras informam que a falta de chuvas está afetando a economia local, já que as cidades têm como principais atividades econômicas a agricultura e a pecuária.

Os decretos também frisam que, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição “de bens necessários às atividades de resposta ao desastre”.

Com informações do G1

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *