Professores querem reposição de 86,7% e 65% de dedicação exclusiva.
Governador diz que situação salarial está perto de ser resolvida.

Uenf, em Campos, foi projetada por Niemeyer (Foto: Reprodução/ InterTv)

Na última quarta-feira (2), em uma reunião com a comissão de educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), os professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), em Campos dos Goytacazes, decidiram manter a greve, que chega a seu 20º dia nesta quinta-feira (3).

A secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, propôs um reajuste de 35%, que seria pago em duas parcelas, mas a associação dos professores rejeitou e manteve o pedido de reposição de 86,7% referentes às perdas salariais de 1999 e 2013 e mais 65% referentes

De acordo com a assessoria de imprensa da Uenf, na última terça-feira (1º), no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, durante a solenidade de entrega dos 517 termos de outorga aos pesquisadores contemplados em diversos editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), o reitor Silvério de Paiva Freitas, ouviu o atual governador, que a situação salarial dos professores e técnicos da Universidade está perto de ser resolvida.

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