photosA Superintendência de Postura alerta a população sobre pessoas que estão se passando por fiscais. O superintendente Fabiano Mariano orienta como os munícipes podem identificar o verdadeiro fiscal da Postura.

— Os falsários estão se passando por agentes da Postura para cometer crimes contra a população, fazendo cobranças indevidas a ambulantes e tentando entrar em residências. Os agentes trabalham na fiscalização devidamente uniformizados com a camisa da Postura ou colete, crachá, a carteira funcional e a portaria do Diário Oficial do Município – disse Mariano.

De acordo com o superintendente Fabiano Mariano, caso a população seja abordada por pessoas sem o uniforme e a carteira, dirija-se a delegacia para ser feito um boletim de ocorrências, informando as supostas ações.

Segundo o superintendente, as providências foram tomadas pela Postura após receber algumas denúncias. “Fomos até um ambulante em Guarus, que estava em local indevido, informando sobre onde seria o local certo. Ele comunicou aos agentes que um fiscal já teria notificado. Informamos que foi um agente falso, pois não recebemos dinheiro de ambulantes. Aconselhamos que o ambulante fosse à delegacia para registrar um boletim de ocorrência”, alerta Mariano.

“Foram feitas duas denúncias, uma o fiscal foi abordar um ambulante e o mesmo disse ao agente que havia um processo gerado contra ele e verificamos que não havia processo nenhum. E a outra denúncia onde um homem se apresentou para uma criança pedindo a mesma para que abrisse o portão do prédio para notificar um terreno ao lado, o menor não abriu o portão e os pais foram até a Postura pedir orientação”. – declarou Mariano.

Além disso, logo em seguida fizemos campanha no entorno, explicando como os agentes agem e também sobre os uniformes que os fiscais da postura usam. Também comunicamos a Procuradoria sobre essas denúncias para que fosse tomada ciência.

“As ações são feitas para que a população tome cuidado e tenham zelo, os munícipes não precisam ficar com medo dos fiscais, pois os agentes não pedem para entrar em residência alguma, os serviços realizados são feitos pela parte externas e em estabelecimentos comerciais os agentes se identificam com a credencial”. – ressaltou Fabiano Mariano

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