Faltando sete meses para a eleição, grupo ainda não apresentou levantamento.

Ainda que a reunião prevista para o inicio deste mês tenha acontecido, a Frente Democrática,movimentou político que agrega nove partidos de oposições ( PT, PDT, PPS,PcdoB,PSDC,PV,PRP,PSL e PSPC) ao governo da prefeita Rosinha Garotinho (PR), suas lideranças alegam estar juntos e organizados.Enquanto o movimento “ Campos de Todos Nós” de apoio à reeleição de Rosinha já divulgou três pesquisas eleitorais, continua sendo aguardado o resultado da pesquisa eleitoral da oposição.

Quais são os fatos novos que mexeram na configuração da disputa eleitoral de outubro próximo? Afinal, o pleito se realizará em 7 de outubro, faltam menos de 7 meses para as eleições.

Para o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), as coisas começam a ficar nítidas.”Agora que ficou claro que sou candidato, que não estou no grupo das contas reprovadas vamos acelerar. Mesmo sem reunião formal da Frente, continuamos nos falando. Aguardo para os próximos dias uma reunião com o governador Sérgio Cabral (PMDB), é só uma questão de acertar as agendas, pois dela deve o senador Lindbergh Faria (PT) participar. E o resultado da pesquisa quantitativa da Frente que em breve será feita vai nos confirmar se estamos na direção certa de ter três candidatos (para dividir os votos) ou apostar em um só nome”, frisou Arnaldo.

Na última sexta-feira, o Partido dos Trabalhadores (PT) reuniu os pré-candidatos a vereador do partido. Do rio veio o presidente regional do PT, Jorge Florêncio. Também presente o pré-candidato à eleição majoritária, médico Makhoul Mous-salem, a executiva local e Eduardo Peixoto presidente da legenda em Campos.

– Caminhamos na direção traçada pela Frente Democrática e trabalhamos com a perspectiva do quadro mais complicado do ponto de vista eleitoral que é o de não considerar a possível cassação da Rosinha. A oposição deve lançar seus quatro candidatos, três pela Frente e umapela coligação PSD/PMDB. Explicamos para a direção regional a necessidade local de umapesquida qualitativa. O PT de Campos quer e o Jorge Florêncio nos garantiu suas realizações até abril. A posição da situação hoje é mais confortável do que na última eleição. Está o tempo todo na mídia e transforma qualquer entrega de obra em evento – disse Eduardo Peixoto, frisando que nada indica que o melhor para a oposição seja polarizar com um único candidato na majoritária. “Vamos ver”, diz Peixoto.(L.P.)

Fonte: Folha da Manhã

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