A falta de segurança também foi citada por comerciantes, que estariam parando de trabalhar mais cedo, temendo assaltos.

“Ðonana hoje está com outro aspecto. A população está satisfeita com as melhorias que foram realizadas nas ruas e a reforma da praça, mas alguns ajustes ainda são necessários para que possamos viver ainda melhor”. As palavras foram da dona de casa, Fátima Almeida, 39 anos, durante visita da equipe Folha ao Local esta semana. Situado entre o Parque Tropical e Goitacazes,  o bairro, segundo os moradores, precisa de melhorias no transporte e policiamento. A altura dos quebra-molas, após as Obras do Bairro Legal, também foi apontada pela população como um problema.

Moradores dizem que, além  da altura, os quebra-molas ainda não receberam pintura das faixas transversais amarelas. Segundo eles, para “fugir” dos redutores de velocidade, muitos motoristas estariam trafegando pelas calçadas, colocando em risco a vida das pessoas.

– Estamos preocupados com essa situação. Pedimos a instalação de quebra-molas, mas não tão alto. Além disso, falta a pintura da faixa amarela. Vários motoristas são surpreendidos pela lombada e tememos acidentes – disse a costureira, Eliane Duarte, 54 anos.

De acordo com a resolução 39/98 do Contran, que regulamenta a instalação de quebra-molas, os redutores devem ser instalados em locais onde se pretenda reduzir a velocidade o veículo, de forma imperativa, principalmente naqueles em que há grande  movimentação de pedrestes.

Para falar sobre os quebra-molas, a equipe Folha entrou em contato com o secretário municipal de Controle e Orçamento, Suledil Bernardino, mas o mesmo não foi localizado até o fechamento desta edição. (D.N)

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