Plano italiano prevê cortes e privatizações. Líderes europeus vão discutir os rumos da Grécia.

A Europa está à espera de um resgate. As notícias ruins se sucedem e aumenta a pressão por reformas que podem evitar o pior.  Na Europa as bolsas abriram no vermelho e dois bancos franceses foram rebaixados pela agência de classificação de risco Moody’s: o Société Générale, por problemas de financiamento e falta de liquidez; e o Crédito Agrícola, por ser um dos grandes credores da dívida grega. O BNP Paribas continua em observação. Ostítulos de bancos franceses caíram depois dessa notícia, mas a tendência se inverteu quando o primeiro-ministro chinês declarou que vai mesmo aumentar os investimentos na Europa. As bolsas subiram.

Na Itália, o plano de austeridade deve chegar nesta quarta-feira (14) à Câmara para ser aprovado com o voto de confiança. A dívida italiana em 2011 deve chegar a 120% do PIB, a soma de todas as riquezas produzidas pelo país. O plano italiano, que prevê cortes e privatizações, pretende economizar € 53 bilhões até 2013. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, pediu ao primeiro-ministro italiano que as medidas tenham efeito imediato. A terça-feira (13) foi mais um dia de tensão política na Itália. Em Bruxelas, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi acusou os partidos de oposição de vários países da Europa de inflamarem os mercados e declarou que na Itália seus adversários políticos querem arruiná-lo.
Nesta quarta (14), os líderes da Alemanha, França e Grécia devem fazer uma teleconferência para discutir a situação da economia grega. A Itália espera a decisão sobre seu futuro nas próximas horas.

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