Entrevista com o Presidente do Diretório Municipal de Campos dos Goytacazes , o Jornalista e Publicitário Fabrício Lirio .

Fabrício Lírio conta as tendencias da Políticas em nossa região.

 

PRP História

NOSSA HISTÓRIA

A história do PRP funde-se à própria história do nosso País. No início do Século XIX, a monarquia era o sistema ideal de governo. Sessenta anos depois, entretanto, seus argumentos pareciam estar esquecidos.

O trono já não contava com o apoio do grupo de elite. Alguns dos idealistas que acreditaram em uma nova forma de governo ─ a República─e lutaram por ela, formaram o Partido Republicano. Dentre eles, podemos destacar: Campos Sales, Prudente de Moraes, Francisco Glicério, Quintino Bocaiúva, Júlio de Castilho, Rodrigues Alves, Bernardinho de Campos, Marechal Floriano, Benjamim Constant e outros.

Em 1870, no Rio de Janeiro, foi lançado o jornal A República, marco importante de um processo de amadurecimento nas fileiras dos liberais radicais, que vinham já há algum tempo posicionando-se na luta contra os governos conservadores, em franco questionamento quanto à monarquia.

Nas páginas do primeiro número do jornal A República, estampava-se o Manifesto Republicano, pois o novo período definia-se com a voz de um partido que se alça para falar ao País.

Os ideais e as ideias do manifesto, impregnados em defesa das liberdades de consciência, imprensa, associação e ensino, atacavam a falta de igualdade social e de oportunidade, os privilégios e a escravidão, e propunham uma constituinte.

Campos Sales havia sido eleito deputado provincial e, como Republicano Histórico, foi um dos organizadores da Convenção de Itu (1873). Esta foi a primeira convenção do Partido Republicano Paulista (PRP). Até aquele momento, não existia propriamente um partido republicano unificado e sob uma mesma direção; a Convenção de Itu traduziu-se no primeiro movimento de centralização. A Comissão Permanente, verdadeiro órgão dirigente do Partido foi criada em 1º de junho de 1873.

Ao longo dos anos, propondo a descentralização do País, o regime Republicano operou transformações profundas no interior da sociedade.

A 22 de maio de 1889, Quintino Bocaiúva dirigiu-se em manifesto ao Partido Republicano:

“A República, como nós a queremos (…), tem de ser e deve ser um governo de liberdade, de igualdade, de fraternidade, de justiça, de paz, de progresso e de ordem, de garantias para todos os direitos e de respeito para todos os interesses legítimos. Nesta ordem de ideias a nossa propaganda tem sido uma propaganda de princípios e não uma propaganda de ódios. Temos visado e visamos a transformação social, pacifica, e, legal, pelo esclarecimento da opinião pública e pelas conquistas efetuadas no domínio da consciência nacional (…).

Graças a esse método, em um período relativamente curto, dilatamos a influência dos nossos princípios por uma vasta zona da opinião nacional.

Tanto quanto, porém, me é permitido expressar a opinião da maioria do Partido Republicano e da maioria do povo brasileiro, julgo poder assegurar que somos chegados ao período agudo da crise social e política da nossa pátria e que a nação brasileira por todos os órgãos extra oficiais, tem demonstrado sua firme intenção de repelir energicamente a hipótese do terceiro reinado.

Em 1893, sob a liderança do Partido Republicano Paulista (PRP), foi organizado o Partido Republicano Federal, destinado a coordenar o Congresso e a ação dos vários partidos republicanos regionais. Em 1896, após uma crise parlamentar, foi dissolvido o Partido Republicano Federal.

Reunida no Rio de Janeiro, a Segunda Convenção dos civilistas, em 1913, fundou o Partido Republicano Liberal, lançando a candidatura de Rui Barbosa para Presidente da República.

No ano de 1926, setores dissidentes do Partido Republicano Paulista e o Partido Republicano Liberal decidiram unificar-se, constituindo a Frente Única Paulista, hostil ao governo de Getúlio Vargas, com o objetivo inicial de reconquistar a autonomia estadual e realizar eleições nacionais para a Assembleia Constituinte.

Durante a Revolução Constitucionalista iniciada em 1932, o jovem médico Dr. Adhemar Pereira de Barros, engajado nas forças paulistas, teve marcante participação, tendo a seguir sido eleito Deputado Estadual pelo PRP e, mais tarde (1938 e 1941), interventor de São Paulo, tornando-se um dos maiores estadistas brasileiros.

Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, em 1945, o PRP fundiu-se com o Partido Agrário Nacional e o Partido Sindicalista, nascendo, assim, o Partido Social Progressista (PSP). Mais tarde, o Deputado Plínio Salgado tornou a estruturar o Partido, fundando o então o Partido de Representação Popular.

Desde a Proclamação da República, em 1889, até a Revolução de 1930, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Republicano Mineiro (PRM) dominaram a vida política do Brasil. Durante o Estado Novo (1937 a 1945), os partidos políticos foram abolidos e só com o final deste voltaram a estruturar-se. Após o Golpe Militar de 1964, os partidos foram extintos através do Ato Institucional 2 – AI 2.

Convencidos de que a forma republicana de Estado é a mais perfeita de quantas criou o engenho humano, os fundadores do Partido Republicano Progressista chamam, para constituí-lo, todos os brasileiros que acreditam nos valores democráticos e estejam dispostos a lutar pela soberania do País, pela justiça social, pelo desenvolvimento econômico, enfim, pelo progresso da Nação.

As crises políticas sucessivas de nossa vida republicana não podem ser debitadas ao Estado que se criou em 15 de novembro de 1889. Elas serão encontradas, por todos os historiadores, na convicção democrática dos que exercem o poder na fase inicial, na aliança da oligarquia do segundo período, caracterizado pela Política dos Governantes, que conduziu à crise revolucionária de 1930, e na repercussão interna dos conflitos internacionais de nosso século.

Os homens são iguais em sua natureza e desiguais em seus méritos, como proclamam, repetindo antigas verdades, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, e a Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948. A República ─ e toda república é democrática por definição ─ é a forma de convívio na qual cada um dos homens é o construtor de si mesmo (e o conjunto de cidadãos edifica a sociedade e a história), é, em suma, a comunhão dos sonhos, do trabalho, do saber e da liberdade.

O PRP tem o direito adquirido de dois programas em rede nacional de dois minutos em cada semestre e, nas eleições, a soma da proporcional e da majoritária tem variado de dois minutos e dezesseis segundos a dois minutos e trinta e seis segundos.

Com base em todos os Estados brasileiros e capacidade política e administrativa para se tornar um partido forte em todo o território nacional, o PRP trabalha, atualmente, para motivar seus correligionários, lutando pela ética na política e buscando renovação nas esferas municipais, estaduais e federal.

Atualmente, o PRP tem Deputados Estaduais (inclusive em São Paulo), Vereadores, Vice-Prefeitos e Prefeitos atuando em todo o País. O seu compromisso é com sua “Bandeira Nacional”, o Partido não tem compromisso com partidos que se julgam grandes ou com grupos partidários.

Fazer todos juntos a história de um partido livre e democrático: esse é o desejo de todos do PRP.

 

OVASCO ROMA ALTIMARI RESENDE

Presidente Nacional e do Estado de São Paulo

 

OSWALDO SOUZA OLIVEIRA

Presidente do Diretório do Estado do Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO – Eleições 2008

13 vereadores no interior

RIO DE JANEIRO

56  municípios

01  prefeito – PRP

04  vice prefeitos – PRP

 

Números de Fiados no estado do Rio de Janeiro

Filiados      Municípios

Rio de Janeiro         –                                   9.147              85

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