Inspetor deve produzir fotos para registrar o tamanho da mancha

RIO — Um inspetor da Marinha brasileira sobrevoou na manhã desta terça-feira o Campo de Frade, na Bacia de Campos, para verificar a extensão da mancha de óleo decorrente de novos vazamentos da Chevron na área, detectados este mês. A empresa e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) ainda analisam as causas do vazamento.

O inspetor deve registrar o tamanho da mancha de óleo por meio de fotografias. Segundo a Marinha, o sobrevoo foi feito em uma aeronave da petrolífera americana.

Em novembro do ano passado, a Chevron provocou o vazamento de mais de 2,4 mil barris de óleo. No último dia 4, a Chevron constatou um novo derramamento de óleo, mas estimou que o volume vazado foi de apenas 5 litros de petróleo desta vez.

Só que em sobrevoo da Marinha durante o fim de semana foi detectada uma mancha de 1 km de extensão no mar.

No dia 15, técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) constataram a existência de cinco novos pontos de vazamento ao longo de uma fissura de 800 metros no mesmo campo. Após a descoberta dos vazamentos, a Chevron suspendeu as operações no local.

Enquanto as causas do vazamento são analisadas, 17 executivos da Chevron e da Transocean, operadora da sonda que causou o vazamento, estão proibidos de deixar o país pela Justiça Federal. Eles foram indiciados em processo criminal por crimes ambientais e falsidade ideológica.

Fonte: O Globo

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