Vazamento de petróleo foi detectado perto do campo de Frade. Dilma determinou ‘rigorosa apuração’ do acidente em campo da Chevron.

A Chevron Brasil informou neste domingo (13) que continua trabalhando para controlar a mancha de óleo que vazou nas proximidades do Campo Frade, situado a 370 quilômetros a nordeste da costa do Rio. O derramento foi causado por um acidente, revelado na última quinta-feira (10).

Segundo a empresa, uma frota de 17 navios de apoio, da empresa e cedidos por companhias do setor que atuam na Bacia de Campos, trabalham na operação de controle da mancha. “A frota está trabalhando ininterruptamente no suporte à operação, que inclui a utilização de boias de contenção, skimmers e técnicas de recuperação”, disse a empresa. “A empresa colocou sua equipe global de resposta a emergências ambientais em ação para dar suporte à operação e continua trabalhando com os os órgãos governamentais e os parceiros da indústria”, acrescentou a Chevron.

Baseado em estimativas realizadas por meio de sobrevoos da área, o volume total de óleo na superfície, segundo a empresa, continua estimado entre 64 a 104 metros cúbicos ou entre 404 a 650 barris. A mancha encontra-se a 120 quilômetros da costa. “Exsudações de óleo que foram descobertas nas proximidades das operações de perfuração do Campo Frade são a fonte da mancha de óleo na superfície. As investigações sobre as causas dessas exsudações e da mancha continuam”, aompletou o comunicado.

As atividades de perfuração no Frade continuam paralizadas. Na quinta, a empresa havia estimado o vazamento em 60 barris e que o acidente foi causado por uma falha natural na superfície do fundo do mar, e não à produção. Na sexta, a presidente Dilma Rousseff determinou ao Ministério de Minas e Energia, à Agência Nacional de Petróleo (ANP) e à Marinha uma “rigorosa apuração” do vazamento, segundo comunicado divulgado pelo Planalto. Ainda na quinta, a ANP confirmou o início de investigação.

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