Família de Bruno preparava festa para celebrar 35 anos do jogador, diz irmão

números amigos e familiares do campista Bruno Rangel, atacante da Chapecoense, estiveram na residência da família, em Campos, na manhã desta terça-feira (29) para prestar solidariedade, após a notícia de que o jogador estava entre as vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense na madrugada desta terça-feira(29), na cidade de La Unión, próximo a Medellín, na Colômbia. Bruno completaria 35 anos no dia 11 de dezembro e a família preparava uma festa, revela um de seus 10 irmãos ao Campos 24 Horas.

O campista Bruno atuou no Goytacaz (2002-2004) e no Americano (2005-2006).  A família de Bruno mora no Parque Prazeres, em Guarus. Sua mãe é acamada, pois já sofreu AVC. O jogador era o caçula de 11 filhos. Emocionado, José Paulo Gomes, de 58 anos, irmão de Bruno falou ao Campos 24 Horas.

d4cb7bc25e79ddde396d755dd663b6c629112016135300_g“São 11 irmãos, sendo duas mulheres e nove homens. Todos os homens jogaram bola. Já tivemos outro irmão que também foi profissional, o Maguila. Desde novo ficamos incentivando ele no esporte. O Goytacaz deu uma oportunidade a ele. Em seguida, o Americano também abriu espaço e Bruno começou a decolar nos times. Ele era casado, morava na cidade de Chapecó, tinha uma filha de seis anos e um menino de dois. Dois irmãos saíram aqui de Campos e vão viajar com a mulher dele às 17h, para fazer o reconhecimento do corpo. Ele sempre conseguia o objetivo dele.  Temos que agradecer ao pessoal campista, a imprensa também está dando um apoio e aos nossos amigos e vizinhos. Nossa família estava programando uma festa no final de ano, íamos esperar ele chegar para comemorar o aniversario dele no dia 11 de dezembro”, disse o irmão.

Vizinho do jogador Bruno

Vizinho do jogador Bruno

Um vizinho da família de Bruno,  Matheus Rangel, 21 anos, também conversou com o Campos 24 Horas. “Desde quando eu nasci moro aqui no mesmo bairro dele e da família. Ele era muito humilde, todo mundo sempre gostou da família. Antes e depois do sucesso, ele passava na rua e falava com todo mundo, não mudou nada. Fui criado com o sobrinho dele, moramos em bairro, sempre andamos todos juntos. Bruno era muito na dele, sempre foi muito tranquilo. Foi uma grande perda”, lamentou Matheus.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *