Moradores dizem que área de lazer está com lixo e os brinquedos quebrados

O Parque João Maria, também conhecido como Capão, é carente em muitos serviços. Segundo a população, posto de saúde, escola e creche são encontrados apenas no bairro vizinho, o IPS. Os problemas descritos pelos  moradores na última visita da Folha, há cerca de dois meses, ainda não foram solucionados.

Uma das moradoras mais antigas, a aposentada Jurema Andrade Pinto, 70 anos, disse que a praça encontra-se em estado de abandono. Ela disse que, além de precisar de uma reforma, o local está cheio de lixo.

– A gente liga para a Prefeitura a fim de pedir uma providência e eles passam a ligação para outras pessoas e ninguém resolve. O lixo incomoda não só as pessoas que moram ao redor, mais toda a população do bairro. O mau cheiro é constante e até mesmo os urubus vemos por aqui – disse.

O secretário de Serviços Públicos, Zacarias Alburquerque, afirmou que a coleta  de lixo passoa a ser feita duas vezes por semana, que seria suficiente para atender à demanda. Ele disse que a população pode ligar para o disque-limpeza no nº 2726-4809 de segunda à sexta-feira, das 8 às 17h, para fazer queixas referentes à coleta.

Mas não é só o lixo na praça que tem incomodado. ‘Os brinquedos estão quebrados, a grama mal cortada e os bancos sem pintura’, dizem os moradores.

– Essa pracinha, ao invés de trazer beleza, deixa o lugar feio e sem vida. Já estamos cansados de reivindicar uma melhoria e não sermos atendidos – disse o empresário, Ademir Paravidino, 43 anos.

O secretário de Obras e Urbanismo, Edilson Peixoto, disse que está dentro do plano de metas da Prefeitura a reforma da pracinha do João Maria. As obras devem ser iniciadas ainda este ano. (U.M.)

 

População pede redutores de velocidade

Na última visita da Folha, a população reclamou da falta de sinalização no cruzamento das ruas Dr. João Maria e Viveiros de Vasconcelos, que estaria causando acidentes. Desta vez, as pessoas também reclamaram de carros estacionados nas esquinas das ruas Dr. João Maria com a travessa Colombo Paravidino, que estaria impedindo a visão dos motoristas. De acordo com o comerciante Luiz Carlos Bastos, 55 anos, os moradores já pediram a colocação de um semáforo na rua principal e tachões nas ruas adjacentes, mais nada teria sido feito.

– Estamos cansados de pedir uma solução. Quase que semanalmente acontece um acidente nessas ruas – disse.

A secretária de comunicação da Prefeitura disse que a Empresa Municipal de Transporte deve mandar uma equipe ao local para ver a necessidade de instalação de redutores de velocidade e semáforo.

Fonte : Folha da Manhã

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