DCO Informática e Comércio recebeu R$ 4,8 milhões da campanha de Dilma e Temer não tem alvará de funcionamento e apenas um notebook.

 O Tribunal Superior Eleitoral enviou ao Supremo Tribunal Federal novos indícios que apontam crime nas empresas que prestaram serviço à campanha que elegeu Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014. A suspeita é de que uma dessas fornecedoras teria sido usada em um esquema de lavagem de dinheiro. O TSE apura outros indícios desde o ano passado, e, em maio, o ministro Gilmar Mendes — que foi o relator das contas da campanha – enviou à Polícia Federal novas indicações de irregularidades em algumas dessas fornecedoras.

Trata-se da empresa DCO Informática e Comércio, que fica em Uberlândia em Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Finanças de Uberlândia, a empresa não tem alvará de funcionamento e tem somente um notebook e três funcionários que não estão registrados no regime CLT.  A empresa foi contratada em 2014 para disparar mensagens de textos com publicidade sobre a campanha de Dilma para celulares. E ela cobrava de 6 a 16 centavos por mensagem de celular. A empresa ganhou R$ 4,8 milhões da campanha de Dilma em 2014 e todo esse dinheiro foi pago em outubro de 2014, durante a campanha presidencial. O ministro Edson Fachin está cuidando da documentação no Supremo. Outra ação corre no TSE que pede a cassação do mandado de Dilma e Temer.

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