Educação em estado de greve

 

Mário Sérgio Junior
Foto: Rodrigo Silveira 

Os profissionais da Educação da rede municipal de Campos decidiram entrar em estado de greve por 72 horas, após assembleia realizada na noite de terça-feira (12), na antiga sede do Sindicato da Cedae. Nesta quarta (13), às 15h, o movimento Servidores em Ação realizam um ato unificado em frente à sede da Prefeitura de Campos.

Na assembleia ficou decidido o estado de greve e caso as negociações com a Prefeitura não avançarem, a categoria irá fazer uma greve de ocupação por mais 72 horas, a partir do dia 18 de maio. No dia 19, uma nova assembleia será feita para decidir se darão continuidade a greve por tempo indeterminado ou não.

A categoria reivindica atualização do Plano de Cargos, Carreira e Salários; implantação de 1/3 da carga horária para professores; aumento salarial/data base; projeto de profissionalização para funcionários administrativos; eleição direta para diretor; entre outros.

Durante a assembleia, a professora Graciete Santana leu um manifesto do movimento dos Servidores em Ação, que “repudia a forma de tratamento da atual gestão do governo e a Câmara dos Vereadores, especificamente da base do governo”.

De acordo com Norma Dias, uma das diretoras do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), não houve nenhum avanço na questão da reposição salarial. A proposta que o sindicato recebeu não agradou, pois seria um aumento de 10% para o profissional regente, professor em sala de aula, como abono, não incorporado ao salário

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