Às 14h45, a moeda norte-americana subia  0,24%, a R$ 3,8216 na venda. Veja a cotação.

Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, recuava 0,54%, a R$ 3,7919.
Às 9h50, subia 0,12%, a R$ 3,8175.
Às 10h49, subia 0,03%, a R$ 3,814.
Às 11h29, subia 1,17%, a R$ 3,8575.
Às 11h50, subia 1,37%, a R$ 3,865.
Às 12h10, subia 0,7%, a R$ 3,8394.
Às 12h29, subia 0,96%, a R$ 3,8495.
Às 13h10, subia0,74%, a R$ 3,841.
Às 13h50, subia 0,23%, a R$ 3,8214.

Às 14h19, subia 0,10% a R$ 3,8165.

Na véspera, a moeda norte-americana encerrou em queda de 2,08%, a R$ 3,8126 na venda, anulando boa parte do avanço de 3,58% registrado na véspera, a maior alta diária em mais de quatro anos.

No mês, a divisa acumula queda de 3,86%. No ano, porém, a valorização é de 43,4%.

Grau de investimento
A agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota do Brasil de “BBB” para “BBB-“, mas ainda dentro do grau de investimento. A perspectiva foi mantida em negativa, o que significa que o país pode voltar a ser rebaixado em um futuro próximo.

A nota “BBB-” é a última dentro do chamado grau de investimento, espécie de selo de país bom pagador de sua divida.

De acordo com a Fitch, o rebaixamento reflete o crescente peso da dívida do governo do Brasil, o aumento dos desafios para a consolidação fiscal e a piora do cenário para o crescimento econômico. “O ambiente político está dificultando o andamento da agenda legislativa [do Congresso], criando um ciclo negativo para a economia”, disse a agência.

Estados Unidos
Dados sobre o mercado de trabalho e a inflação nos Estados Unidos atenuam um pouco as apostas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, não eleve os juros neste ano.

“Nos últimos dias houve muito pessimismo sobre os EUA, com o mercado discutindo até uma alta de juros só no meio do ano que vem. Os dados de hoje estão fazendo essas especulações voltarem um pouco, ajustarem-se à realidade”, disse o operador de um importante banco internacional, sob condição de anonimato, lembrando que os juros baixos nos EUA beneficiam mercados emergentes, com investimentos mais atrativos.

O núcleo da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que exclui preços voláteis como alimentos e energia, acelerou para 0,2% em setembro, após marcar 0,1% no mês anterior. Os preços ao consumidor como um todo, no entanto, recuaram 0,2%, pressionado pela queda da gasolina.

Além disso, o número de pedidos de auxílio-desemprego atingiu 255 mil na semana passada, novamente o menor nível em 42 anos, sugerindo que o mercado de trabalho norte-americano permanece forte apesar da abrupta desaceleração na criação das vagas de emprego nos últimos dois meses.

Pesquisa da Reuters mostrou que a expectativa de economistas é que o Fed eleve a taxa de juros em dezembro, mas a confiança nessa aposta vem diminuindo.

Segundo operadores, o mercado brasileiro continuava mais sensível que seus pares devido à crise política. A indefinição sobre eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff vem pressionando o câmbio e levou o dólar a marcar a maior alta diária sobre o real em mais de quatro anos na terça-feira.

Analistas da Guide Investimentos destacaram em nota clientes o “noticiário político ainda intenso”, mas ressaltaram que “tudo indica que continuaremos em ‘stand by’: Cunha e Planalto tentam costurar acordão”, referindo-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Swaps
Nesta quinta, o Banco Central dará continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes à venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,606 bilhões, ou cerca de 45% do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

 

Fonte: G1.com

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