Desde que o Fantástico levou ao ar no último domingo uma série de denúncias contra as empresas Rufolo, Locanty, Toesa e Bella Vista, em supostos casos de corrupção em licitações públicas, e que a bloqueira campista Gianna Barccelos revelou aqui a atuação da Rufolo na administração Rosinha Garotinho (PR), o clima esquentou na blogosfera local, na expectativa de que a Prefeitura de Campos adotasse o mesmo procedimento dos governos da cidade e do Estado do Rio de Janeiro, que suspenderam os contratos com as empresas denunciadas. Da espera virtual à real, o debate em torno do tema também promete se acolarar na Câmara, cuja sessão se iniciou agora há pouco, depois que o vereador Marcos Bacelar (PDT) também replicou aqui e aqui as denúncias, afirmando que elas ligariam o casal Garotinho a um mesmo interlocutor da Rufolo, cujo nome não teria (ainda) sido revelado pelo Fantástico e que seria também pré-candidato  a vereador em Campos.

Sem saber ainda aonde toda essas denúncias vão para, fica apenas uma retificação sobre quando e com quem essa polêmica histórica realmente começou, pelo menos em Campos: como este blogueiro já informou à colega Gianna, o contrato da Rufolo não foi celebrado na gestão interna de Nelson Nahim(PPL) na Prefeitura. Quando o cunhado de Rosinha a substituiu em sua primeira cassação, o que pelo secretário municipal de Administração Fábio Ribeiro. A licitação com a empresa denunciada pelo Fantástico, na verdade, já havia sido celebrada desde 18 de dezembro de 2009, com o serviço passando a ser realizado em 7 de janeiro de 2010, quando Rosinha estava à frente da Prefeitura.

Fonte: Folha da Manhã

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