Marinha faz novo sobrevoo para verificar vazamento da Chevron

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Noticia

Inspetor deve produzir fotos para registrar o tamanho da mancha

RIO — Um inspetor da Marinha brasileira sobrevoou na manhã desta terça-feira o Campo de Frade, na Bacia de Campos, para verificar a extensão da mancha de óleo decorrente de novos vazamentos da Chevron na área, detectados este mês. A empresa e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) ainda analisam as causas do vazamento.

O inspetor deve registrar o tamanho da mancha de óleo por meio de fotografias. Segundo a Marinha, o sobrevoo foi feito em uma aeronave da petrolífera americana.

Em novembro do ano passado, a Chevron provocou o vazamento de mais de 2,4 mil barris de óleo. No último dia 4, a Chevron constatou um novo derramamento de óleo, mas estimou que o volume vazado foi de apenas 5 litros de petróleo desta vez.

Só que em sobrevoo da Marinha durante o fim de semana foi detectada uma mancha de 1 km de extensão no mar.

No dia 15, técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) constataram a existência de cinco novos pontos de vazamento ao longo de uma fissura de 800 metros no mesmo campo. Após a descoberta dos vazamentos, a Chevron suspendeu as operações no local.

Enquanto as causas do vazamento são analisadas, 17 executivos da Chevron e da Transocean, operadora da sonda que causou o vazamento, estão proibidos de deixar o país pela Justiça Federal. Eles foram indiciados em processo criminal por crimes ambientais e falsidade ideológica.

Fonte: O Globo

OGX compra fatia da Maersk Oil em dois blocos na Bacia de Campos

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia

A petrolífera OGX anunciou nesta terça-feira (20) que adquiriu participação de 20% da Maersk Oil nos blocos BM-C-37 e BM-C-38, na Bacia de Campos, e se tornou a operadora dos projetos, com fatia de 70%.

Os blocos estão situados em águas rasas, informou a companhia do grupo EBX em comunicado ao mercado, que pretende perfurar seis poços nos blocos para “confirmar a extensão de acumulações descobertas, além de testar a existência de prospectos ainda não perfurados”.

Os termos da aquisição não foram revelados.

A OGX possui participação em sete blocos exploratórios na bacia de Campos que totalizam 1.177 quilômetros quadrados, passando a ser operadora de todos eles, informou a empresa. É na bacia em que está a acumulação de “Waimea” (bloco BM-C-41), na qual ocorreu a produção do primeiro óleo da OGX .

“Como operadores, intensificaremos a campanha de perfuração com foco na delimitação de descobertas já realizadas bem como na perfuração de novos poços pioneiros”, afirmou no comunicado o diretor geral e de exploração da OGX, Paulo Mendonça.

 

Fonte: Globo.com

Campos com B em Gestão Fiscal

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), criado pelo Sistema Firjan para avaliar a qualidade da gestão fiscal dos municípios brasileiros mostra que com 15 milhões de habitantes, os municípios do Estado do Rio obtiveram, em média, conceito geral B, de “boa gestão”. No estado, dos 84 municípios que participaram do estudo, 58 (69%) foram avaliados com administração de excelente a boa. No quadro nacional, 14 municípios fluminenses ficaram entre os 500 maiores resultados e apenas um (Carapebus) ficou entre os 500 piores. Entre os municípios que recebem royalties do petróleo Rio das Ostras lidera no índice de gestão classificado com conceito A. Campos e Macaé estão na classificação B, sendo considerada boa.
Essa é a primeira edição do IFGF e traz dados de 2010 e in-formações comparativas com os anos de 2006 até 2009. O es-tudo é elaborado exclusivamente com dados oficiais, declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional.
O indicador considera cinco quesitos: Receita Própria, Gasto com Pessoal, Liquidez, Investimentos e Custo de Vida. O índice varia entre 0 e 1, quanto maior, melhor é a gestão fiscal do município. Cada município é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, acima de 0,8001 pontos), B (Boa Gestão, entre 0,6001 e 0,8), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,4001 e 0,6) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 pontos).
O IFGF avaliou 5.266 cidades brasileiras, onde vive 96% da po-pulação. Dos 5.565 municípios do país, 297 não apresentaram seus dados fiscais ao Tesouro Nacional até o fechamento do trabalho, em setembro do ano passado. Só no Estado do Rio de Janeiro oito municípios deixaram de apresentar seus dados, entre eles Cabo Frio e São João da Barra.
O presidente da Representação Regional da Firjan no Norte Fluminense, Geraldo Hayen Coutinho, diz que a publicação do índice tem por objetivo maior informar e fazer com que os gestores entendam de que fo-ram o município está sendo avaliado. “Os dados divulgados são importantes não só para os prefeitos, mas também para que a população entenda de que forma está sendo empregado o dinheiro público”, disse.

Fonte: Folha da Manhã

Campos, Macaé e SJB seguem empregando

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia

Os municípios de Campos, Macaé e São João da Barra seguem criando oportunidades de emprego com carteira assinada, sendo cada um dentro da sua atual realidade econômica. Com base nos Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, o   presidente do Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac), Ranulfo Vidigal, explica a evolução dos números de vagas criadas nos três municípios no primeiro bimestre deste ano. Os três juntos empregaram 2.430 pessoas. O saldo é, segundo ele, bem positivo para alguns setores. Na Construção Civil, destaque para Campos e São João da Barra. Macaé lidera na criação de vagas na área de Serviços.

 

Tomando como base os dois maiores municípios do interior do Estado — Campos e Macaé — e São João da Barra hoje em evidência global com a construção do Superporto do Açu, do Grupo EBX, o economista destaca ponto por ponto desse processo de empregabilidade. Sobre o município de Macaé, destaque também no setor offshore, das 1.781 contratações em janeiro e fevereiro deste ano, 1.559 foram para o setor de serviços.
Sobre Campos, o presidente do Cidac, destaca que o município empregou 443 pessoas. Mas quando a analise é feita sobre os números positivos e negativos, a Construção Civil criou 901 vagas e o setor de serviços 233. O resultado que desequilibrou os números  ficou por conta do Comércio, que desempregou 578 trabalhadores nos dois primeiros meses. “Vejo a situação do Comércio como sazonal. É normal o desemprego nesse setor nos primeiros meses do ano. O aquecimento no número de vagas só começa a partir de maio, com as vendas pelo Dia das Mães, Pais e finalizado com o ápice que é o Natal”, ressalta.
Ainda pelos números, a mina de ouro parece mesmo estar em São João da Barra. Com 206 em-pregados em 60 dias, Ranulfo diz que o feito foi “superpositivo”. Segundo ele, se colocar na ponta do lápis, pelo número da população, São João da Barra supera Campos em contratação. “Se Campos contratou 443, num universo de 400 mil habitantes, São João da Barra contratou 206 em um universo de 30 mil habitantes, um feito positivo”, diz ele.  
São João da Barra, além da Construção Civil tem mostrado que o setor de Serviço começa a despontar de forma favorável, com 48 contratações. “Há um ano isso não era uma realidade”, conclui.

Fonte: Folha da Manhã

Economista alerta para a ‘ilusão dos royalties’

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Noticia

Na avaliação do presidente do Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac), Ranulfo Vidigal, os estudos da Firjan apontam alguns aspectos sobre os quais os gestores públicos da região devem extrair lições. “Primeiro, mostra que os municípios precisam cuidar melhor da arrecadação própria. A receita do petróleo chegou a um teto. Mas as demandas só vão crescendo. Depois, esses novos investimentos que têm desembarcado na região representam uma grande oportunidade para que os municípios diversifiquem sua base produtiva com atração de novos investimentos e assim para melhorar sua receita fiscal. E a partir daí investir em saúde, educação e infraestrutura urbana”, analisou.

De acordo com Ranulfo, a receita dos royalties do petróleo é ilusória dentro de uma perspectiva de visão futura. “Dentro dos próximos anos, essa receita não será mais a mesma porque está sendo renegociada em Brasília. Não sabemos o quanto iremos perder, mas vamos perder um tanto. E as demandas só irão se multiplicar. Portanto, é ilusão o prefeito que fica sentado no orçamento dos royalties sem apostar nesses investimentos, além de uma burocracia bem treinada para fazer a gestão fluir na mesma velocidade da necessidade desses investimentos”, conclui.

Fonte: O Diário

Campos é destaque na gestão fiscal, aponta estudo da Firjan

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Noticia

Campos está entre os 10 primeiros municípios do Estado que tem melhor aplicado sua arrecadação e demonstrado elevado índice de qualidade em gestão fiscal, segundo o novo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Entre as 92 cidades fluminenses, a região da Bacia de Campos aparece com três delas como referência positiva: além de Campos, Rio das Ostras e Macaé. No Norte/Noroeste, São José de Ubá surge também com destaque. Segundo o estudo, Campos é destaque pelos altos investimentos em educação, saúde e infraestrutura.

Em contrapartida, São Francisco de Itabapoana e Carapebus, outras duas cidades da região, também aparecem na lista, mas como destaques negativos, respectivamente, em penúltimo e último lugar. Novo estudo da Firjan é o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), que avalia como os prefeitos, de 2006 a 2010, estão gerindo seus recursos e promovendo o bem-estar à população.

A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), atribui a inclusão do município na lista das primeiras cidades em razão das políticas públicas adotadas em sua gestão com investimentos na construção de escolas, creches, programas como o Bairro Legal e construção de habitações. “Temos um pacote de obras de R$ 1 bilhão previsto para 2012. Além de melhorar a qualidade de vida dessas comunidades carentes, os programas têm a capacidade de gerar milhares de empregos, o que tem colocado Campos constantemente entre as cidades que mais criam postos de trabalho, segundo o próprio Ministério do Trabalho”, declarou a prefeita.

Rosinha tem apostado num vigoroso programa de habitação popular, retirando famílias de áreas de risco e de moradias impróprias à margem da BR-101, além de outras obras estruturantes como o Bairro Legal, que tem levado água, calçamento, redes de esgoto e saneamento básico.

A partir da análise de dados oficiais apresentados pelas prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Firjan considerou cinco requisitos e atribuiu notas a esses indicadores. Os conceitos aplicados vão de A (excelente) a D (gestão crítica). Como parte dos indicadores, itens como capacidade de receita própria (ISS, IPTU, entre outros); gastos com pessoal; investimentos (recursos aplicados em educação, saúde e infraestrutura), liquidez (nível de despesas postergadas para o ano seguinte sem previsão de recursos em caixa); e custo da dívida (pagamento de juros e amortização de empréstimos feitos pelas prefeituras).

Dos 92 municípios do Estado, oito não conseguiram ser incluídos na pesquisa porque até 20 de setembro de 2011 não haviam informado suas contas à STN. Ficou de fora da avaliação São João da Barra, Cambuci, Varre-Sai, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Duas Barras, Rio Bonito e Guapimirim. Os municípios que não repassam o balanço do orçamento para a STN até abril subsequente podem sofrer sanções, segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Fonte: O Diário

Brasil pode estar entre 5 maiores destinos até 2022, diz Gastão Vieira

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Diversos, Economia

 

Fluxo anual de turistas estrangeiros está estacionado em torno de 5 milhões.
Plano em discussão no governo prevê meta de 7,1 milhões até 2015.

Gastao Vieira participou de evento com os ministros do Chile, México e Argentina (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
Gastao Vieira participou de evento com ministros
do Chile, México e Argentina
(Foto: Darlan Alvarenga/G1)

O ministro do Turismo, Gastão Vieira, afirmou nesta terça-feira (13) que o Brasil tem condições de ser um dos cinco principais destinos turísticos do mundo até 2022.

Embora o Plano Nacional de Turismo, com as metas para os próximos anos, ainda esteja sendo discutido pelo governo federal, o ministro diz que o potencial econômico do país e o calendário de eventos internacionais permitem que a ambição se torne realidade.

“Não é um sonho. Temos todas as condições para realmente sermos um dos cinco maiores destinos até 2022”, disse Vieira, em entrevista, após participar de debate com outros ministros de turismo da América Latina, em evento do Panrotas, em São Paulo.

O número de turistas internacionais que o Brasil recebe por ano está há mais de uma década estacionado em torno de 5 milhões de estrangeiros, o que coloca o Brasil atrás, por exemplo, da Argentina, que em 2011 recebeu 5,7 milhões de estrangeiros.


Em 2010, o Brasil recebeu 5,2 milhões de turistas internacionais. Os dados fechados de 2011 ainda não foram divulgados mas, segundo o ministério, o número de chegadas internacionais foi recorde, em torno de 5,4 milhões. Para 2015, o plano nacional em discussão no governo projeta um fluxo de 7,1 milhões.

Para efeitos de comparação, o México recebeu 22,4 milhões de turistas no ano passado, o que colocou o país na 10a posição no ranking mundial. “Temos uma meta ambiciosa, de estar entre os cinco primeiros até 2018, chegando a 50 milhões de turistas”, disse a ministra mexicana, Gloria Guevara, durante o evento.

Segundo dados da Organização Mundial do Turismo, a França liderou o ranking mundial em 2011 com um total de 76,8 milhões de turistas estrangeiros, seguida por Estados Unidos (54,9 milhões), China (55,7), Espanha (52,7) e Itália (43,2).

Questionado se a ambição brasileira para 2022 não seria exagerada, Vieira reafirmou que o país tem “condições totais” de atingir tal patamar.

“Temos só que trabalhar muito”, disse o ministro. “E possível imaginar atingir essa meta, até um dos cinco maiores destinos do mundo”, acrescentou, ressaltando que as metas oficiais para o turismo brasileiro só deverão ser anunciadas daqui cerca de 60 dias, quando for apresentado o Plano Nacional de Turismo.

Entre as estratégias para elevar a competitividade do país e aumentar o fluxo de turistas estrangeiros, Vieira defendeu a desoneração do setor, a busca de novos mercados, principalmente turistas dos países do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a remoção de obstáculos burocráticos para uma maior integração com o turismo dos países vizinhos.

“50% dos turistas que vêm ao país são da região sul-americana. A ideia é que a gente possa ampliar as ações feitas nestes próprios países. É absolutamente prioritário para nós um olhar para os nossos vizinhos, principalmente pelos grandes eventos e pela mesma paixão pela Copa do Mundo e pelos grandes eventos esportivos”, disse.

Fonte: G1 Portal de Notícias da Globo

O “QUINTO DOS INFERNOS”:

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Pessoal

É PARA REFLETIR !!!

 

O “QUINTO DOS INFERNOS”:

Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.

Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto”.

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.

O “Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam

“O Quinto dos Infernos”.

E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.

A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”.

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.

Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente “dois quintos dos infernos” de impostos…

Para quê?

Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de “Diretores”? A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo/Legislativo e Judiciário)?!?

Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do “quinto dos infernos” para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente…! E estamos todos sem fazer nada…

Não deixem de repassar… desta maneira contribuindo para  relembrarem parte da História do Brasil…

 

Finalmente Vai “sair” o Entreposto Pesqueiro em Atafona – São João da Barra

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Noticia

 

 

 

A construção do Entreposto Público Pesqueiro é uma reivindicação antiga dos pescadores de São João da Barra e vai possibilitar melhor infraestrutura e suporte às atividades pesqueiras. No local, os profissionais poderão fornecer produtos com maior qualidade, agregar valor ao pescado e diminuir os custos da produção, além de melhorar as condições de comercialização e a segurança no embarque dos produtos.


Diante de tantas reclamações realizadas através do Blog http://fabriciolirio.com.br/2011/12/o-abandono-de-atafona/ , finalmente o Grupo LLX e o Municipio de São João da Barra resolveram tomar uma atitude. Realizando a então obra, que até então estava a marcê do tempo, abandonado,  uma empresa de grande porte como a LLX e para o Municipío de São João da Barra, que vem crescendo a cada dia e arrecada rios de dinheiro pega muito mal e depõe contra o município.

Dólar opera em alta nesta quinta-feira

Autor: Fabricio Lirio  //  Categoria: Economia, Noticia

Na quarta, divisa fechando em leve alta, após cair em boa parte do dia.
Moeda avançou 0,1%, vendida a R$ 1,7232.

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (16). Perto das 9h30, a moeda tinha valorização de 0,60%, a R$ 1,734 para a venda.

Na quarta-feira (15), depois de operar em queda durante boa parte do dia, o dólar comercial acabou mudando de direção e fechando em leve alta.

A moeda norte-americana avançou apenas 0,1%, vendida a R$ 1,7232.

Ao longo desta semana, o dólar tem queda de 0,2% até o momento. No mês, a moeda dos Estados Unidos opera em queda de 1,37% até o momento e recua 7,78% no ano.

 

Fonte: G1 Portal de notícias da Globo