Jhonattan Reis
Foto: Rodrigo Silveira 

A Polícia Civil vai realizar na próxima quarta-feira (15) uma reconstituição do assassinato da analista judiciária Patrícia Manhães. A informação foi confirmada pelo titular da 146ª Delegacia de Polícia (Guarus), Luis Maurício Armond, que trabalha nas investigações. O procedimento será feito à tarde e à noite. Na próxima segunda-feira (13) completará três meses da morte de Patrícia, que era esposa do guarda civil municipal Uenderson Mattos, preso no dia 25 de maio como suspeito de ser mandante do crime.

Patrícia Manhães, 41 anos, foi assassinada a tiros no dia 13 de abril, em frente à sede do Grupamento Ambiental da Guarda Municipal, na antiga Ceasa, no Parque Boa Vista, em Guarus. A vítima estava sozinha dentro do seu carro, um Spin preto, que estava estacionado na sede do Grupamento, quando, por volta das 18h30, dois homens teriam chegado e um deles atirado contra ela. Após ser atingida pelos disparos, Patrícia foi levada por Uenderson, no próprio veículo, para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas já chegou morta. Patrícia trabalhava no Fórum Maria Tereza Gusmão e deixou dois filhos pequenos.

Durante as investigações, operações foram realizadas, resultando em mandados de prisão e de busca e apreensão. Além de Uenderson Mattos, foram presos, no mesmo dia, o advogado dele, Fernando César Gomes, e o também guarda municipal Genessi José Maria Filho, que trabalhava no local onde o homicídio ocorreu.

O homem apontado como executor de Patrícia, Jonathan Bernardo Lima, 34 anos, que sofreu uma tentativa de homicídio no Parque Guarus em 31 de maio, teve mandado de prisão decretado dias depois e recebeu voz de prisão no dia 3 de junho, ainda quando estava internado no HFM.

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