Pode começar no próximo dia 10 a greve dos bancários, sem data para acabar.

Com faixas e acompanhados de banda marcial, líderes do Sindicato dos Bancários de Campos percorreram ontem várias agências do município, no Centro e na Pelinca, para a entrega da minuta da campanha salarial 2011/2012, aprovada na 13ª Conferência Nacional dos Bancários, ocorrida em 31 de julho, em São Paulo. De acordo com o sindicato, o ato funcionou, também, co-mo forma de protesto às condições de trabalho dos bancários.

No documento, a categoria reivindica, entre outros itens, reposição integral da inflação — de 7,8% — mais 5% de aumento real; Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) equivalente a três salários mais R$ 4,5 mil fixos e piso da categoria igual ao salário mínimo do Dieese (R$ 2.293,31 em maio). Os sindicalistas definiram, ainda, o apoio ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 214/2011, do deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), que revoga as resoluções do Banco Central que ampliaram o escopo de atuação dos correspondentes bancários, e pedem a convocação de uma Conferência Nacional sobre o Sistema Financeiro.

A categoria também vai intensificar a campanha pela in-clusão bancária, que assegure prestação dos serviços financeiros a toda a população, realizada em agências e PABs por profissionais bancários, de forma a garantir atendimento de qualidade, respeitando as normas de segurança e protegendo o sigilo bancário.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Campos, Rafanele Pereira, afirma que o ato foi o pontapé inicial da Campanha 2011. “Estamos indo à luta nas ruas pelo emprego decente para o bancário, contra o assédio moral e a pressão pelo cumprimento de metas abusivas. Este é o mês mais importante para a categoria, que é a tão esperada data-base dos bancários”, destacou.

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