Os bancários de Campos também sinalizaram positivamente na noite desta quinta-feira (1), em assembleia, para o início da greve geral no próximo dia 6. Eles avaliaram a proposta de reajuste salarial de 6,5% para a categoria, feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Para Hugo Diniz, presidente do Sindicato dos Bancários de Campos e Região, o argumento da crise, apresentado pela Fenaban para justificar a oferta, “não se sustenta” e a categoria segue o comando de greve nacional.

Na parte da manhã, um grupo de bancários fez passeata pelo Centro da cidade alertando a população e o comércio para o início da paralisação. Para a categoria, o reajuste proposto de 6,5% — que contemplaria salário, PLR e auxílios refeição, alimentação e creche — é inferior à inflação acumulada durante o período, que é de aproximadamente 9,5%.

“Os principais bancos do país, dois públicos e três privados, lucraram, juntos, no primeiro semestre de 2016, cerca de R$ 30 bilhões. Não podemos aceitar a proposta rebaixada feita pela Fenaban no último dia 29. A categoria quer, pelo menos, a reposição da inflação”, disse.

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