Muitos Problemas ainda não resolvidos no Parque Santa Rosa


 População reclama da falta de médicos na UBS, rede de esgoto e policiamento

 

Problemas não faltam nop parque Santa Rosa, em Guarus. Segundo moradores algumas carências são antigas, outras novas e ninguém faz nada para resolvê-las. A população diz sofrer com a falta de ginecologista no posto de saúde, rede de esgoto e policiamento. Além disso, a praça está abandonada, as ruas esburacadas, os terrenos e as vias públicas com lixo e o transporte é precário.

A falta de médicos no posto é um problema frequente, segundo a dona de casa, Marta Ribeiro, 58 anos. “Só há enfermeiros para atender”, disse ela, que falou sobre a falta de rede de esgoto. “Quando chove, as fossas transbordam e alaga ruas e casas”.

Outro problema é o transporte precário. Segundo os moradores, depois do Morar Feliz, a população do bairro aumentou, mais a quantidade de ônibus não. Já a técnica de enfermagem, Eliane Soza, 50 anos reclamou da falta de limpeza dos terrenos baldios.

A assessoria da Águas do Paraíba disse que uma equipe está sendo mobilizada para o local a fim de verificar o que de fato pode estar ocorrendo. O que for de responsabilidade da empresa será resolvido. Quanto á rede de coleta de esgoto, os investimentos em expansão continuam. Já a secretaria de saúde informou que não há nenhum problema de falta de ginecologista na UBS. O atendimento de ginecologista é feito toda terça-feira à tarde.

O presidente da Empresa Municipal de Transporte, Paulo Mossó, disse que vai mandar uma equipe ao local para verificar os horários que estão sendo praticados pelas empresas de ônibus. Já o diretor da fiscalização de Posturas, major Francisco Balbi, informou que os fiscais do órgão estão notificando os donos dos terrenos para que limpem e fechem os imóveis.

 

Falta de ronda da PM gera  insegurança

 

O policiamento precário tem causado preocupação nos moradores, principalmente para aqueles que precisam sair à noite. “Temos medo. Só vemos carros de polícia aqui quando acontece alguma coisa. Estamos dentro de nossas casas e ouvimos tiros. Precisamos que isso seja revisto o mais rápido possível. Estamos correndo risco”, disse a doméstica Carmem de Andrade, 69 anos.

O comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM), tenente-coronel Lúcio Baracho, disse que está em fase de elaboração um novo planejamento operacional que vai atender vários bairros do município, onde antes não existia o serviço.

– Esse novo planejamento operacional vai começar em março. Enquanto isso, as pessoas que precisarem do serviço da polícia deverão ligar para o número (22) 2733-1177 e denunciar. Elas também podem, participar do café comunitário, que é realizado toda primeira quarta-feira do mês, onde as demandas dos bairros são ouvidas por órgãos competentes – disse ele, pedindo à população que não deixe de fazer também o registro de ocorrência.

 

Fonte: Folha da Manhã

Eduardo Paes dá início a obras contra enchentes na Praça da Bandeira .

Prefeito diz que verão de 2014 vai ser sem enchentes no Rio. Segundo projeto, 4 piscinões conterão excesso de água das chuvas.

Arte reproduz piscinões que serão construídos para conter águas das chuvas (Foto: Reprodução/Prefeitura)

Arte reproduz piscinões que serão construídos para conter águas das chuvas. (Foto: Reprodução/Prefeitura)

Numa cerimônia rápida, pois “a cidade não está em clima de festa”, segundo disse, o prefeito Eduardo Paes deu início na manhã deste domingo (29) às obras contra os alagamentos na região da Praça da Bandeira, na Zona Norte da cidade. Ele se referia ao desabamento dos três prédios no Centro do Rio, na noite de quarta-feira (25), que deixou 17 mortos. Cinco pessoas seguem desaparecidas.

Paes disse que as obras começam com quase 500 anos de atraso e prometeu aos cariocas um verão sem enchentes em 2014. As obras devem durar 24 meses e têm investimento de R$ 292 milhões, segundo a prefeitura. Pelo projeto da prefeitura, serão construídos quatro reservatórios subterrâneos de água pluvial que pretendem acabar com as enchentes da Bacia do Canal do Mangue. Os reservatórios estão sendo chamados de piscinões.

Na Praça da Bandeira, explicou Paes, será construído o primeiro piscinão. Esses reservatórios vão receber o excedente das chuvas para impedir o transbordamento dos rios. A água dos piscinões será liberada à medida que a rede de drenagem suportar.

Paes explicou que, na primeira etapa da obra, um trecho do Rio Trapicheiros será canalizado.

Alagamento na Praça da Bandeira por causa das chuvas (Foto: Vinicius da Silva Ferreira)Leitor flagrou alagamento na Praça da Bandeira em abril/2010 por causa das chuvas
(Foto: Vinicius da Silva Ferreira/Vc no G1)

O piscinão da Praça da Bandeira terá 12 metros de profundidade e capacidade para 18 mil metros cúbicos. Os outros piscinões serão construídos em áreas próximas, na Zona Norte: um perto da Rua Heitor Beltrão, na Tijuca, para captar as águas do Rio Trapicheiros (com capacidade para 70 mil m³); outro próximo ao Boulevard, em Vila Isabel, para captar o excedente das águas do Rio Joana (143 mil m³); e o último no Alto Grajaú, para o Rio Jacó (50 mil m³).

As obras na Bacia do Canal do Mangue serão realizadas pela Rio-Águas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Fonte : G1

Tráfico de animais via correios

Mais uma iguana encontrada dentro de caixas dos correios.

Um crime ambiental que esta se tornando cada vez mais comum é o tráfico de animais. Traficantes estão transportando animais em caixas dos correios.

Hoje cedo mais uma iguana foi encontrada dentro de uma caixa em Curitiba, a caixa veio de  São Paulo. O animal foi encontrado através de equipamento de raio x dos correios.

A iguana estava toda enfaixada e foi levada para a cede do IBAMA em Curitiba.  A promotoria do meio ambiente vai investigar o caso.

Vazamento de 10 mil litros de óleo atinge praias de Angra dos Reis (RJ)

A Modec, apontada como responsável, diz que o óleo vazou de um navio na sexta, mas que o óleo que chegou às praias da região não veio deste navio. A multa pode chegar a R$ 10 milhões.

Durante todo o mês de novembro vemos em todas as mídias, inclusive neste blog, notícias relacionadas ao vazament de óleo da Chevron na costa de Campos dos Goytacazes, e hoje (19/12) mais uma vez temos que noticiar mais um acidente ambiental. Desta vez o vazamento ocorreu nas aguás do Rio de Janeiro, desta vez no litoral de Angra dos Reis.

A empresa acusada pela responsabilidade do vazamento desta vez é a Modec que deixou vazar aproximadamente 10 mil litros de óleo nas aguás de Angra dos Reis, que acabou chegando até as praias. O vazamento ocorrido em novembro, da Chevron na bacia Campos foi de aproximadamente 3 mil barris de petróleo no campo de Frade, mas não chegou até as praias.

A situação na manhã de segunda-feira (19) era da mancha que a estava se dissipando, se misturando ao mar. A Modec, empresa apontada como responsável, diz que o óleo vazou de um navio na sexta-feira (16), mas que o óleo que chegou às praias da região não é proveniente deste navio. Eles recolheram o material que chegou às praias para fazer análise, mas colocaram em dúvida, dizendo que podem ser dois vazamentos diferentes. O óleo vai ser analisado e, se for da mesma empresa, ela pode receber uma multa de até R$ 10 milhões.

Vale fazer duas resslavas:

1° : É necessário punir severamente as empresas responsáveis por este tipo de acidente para servir de exemplo para as outras empresas que exploram a costa brasileira. Não podemos permitir que empresas, inclusive estrangeiras, lucrem (e não é pouco) com o nossos recursos naturais e não se comprometam a adotar todas as ações necessárias para EVITAR acidentes ambientais e com seus trabalhadores. Já que as empresas lucram tanto com as riquesas que são do nosso país, o mínimo que podemos exigir é que estas gastem o que for necessário para preservar para que os acidentes não ocorram.

2°: Nossas aguás estão a mercê dos riscos das operações das empresas petroleiras, quando há algum acidente, como os citados acima, é a nosso litoral que sofre as consequências e os danos são nossos, as empresas pouco fazem para amenizar os prejuízos e ainda temos que dividir os royalties com todos os estados. Todos ficam com os royalties e nós com OS RISCOS.     VISITE SEMPRE: http://fabriciolirio.com.br/

Acordo que substituirá Tratado de Kyoto

Reunião realizada em Durban formulou um pré-acordo de todos os países, que substituirá o Tratado de Kyoto.

O Canadá está abandonando o Tratado de Kyoto. Com essa decisão, os canadenses vão mesmo deixar de pagar bilhões de dólares em multas por agressão ambiental. O mais importante, na verdade, na reunião de Durban, não foi nem a extensão do Protocolo de Kyoto. Isso é importante, era um ponto que o Brasil queria muito, mas o mais importante foi um pré-acordo de todos os países.

O que se decidiu lá é que vai se negociar até 2015 um acordo global em que todos os países, aí o Canadá vai ter que entrar, terão metas compulsórias. O Brasil aceitou isso. Agora, em 2015, vai ser fechado esse acordo para entrar em vigor em 2020. Esse acordo vai substituir o Tratado de Kyoto. Ele é mais amplo e mais eficaz.

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ICMS VERDE?????????

ICMS Ecológico já é responsável pelo repasse de R$ 600 milhões aos municípios brasileiros.

A criação do ICMS ECOLÓGICO (ou ICMS VERDE) surgiu no Estado do Paraná em 1991, destinando parte da arrecadação do ICMS para municípios com iniciativas de preservação. Ou seja, repasse de parte dos valores recolhidos por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para iniciativas de preservação de florestas e recursos naturais. De acordo com a Constituição Federal, o ICMS arrecadado pelas unidades da federação deve ser dividido na proporção de 75% para o estado e 25% aos municípios que o geraram. Para distribuir esses 25%, cada estado pode legislar criando critérios próprios em áreas como educação, saúde, meio ambiente, patrimônio histórico, entre outras. O ICMS Ecológico diz respeito aos critérios ambientais de distribuição desse montante. Hoje, em todo o País, o repasse é de aproximadamente R$ 600 milhões ao ano para os municípios que abrigam unidades de conservação (UCs) ou se beneficiam por meio de outros critérios ambientais. O projeto é adotado atualmente por 14 estados brasileiros O mecanismo, regulamentado por leis estaduais e municipais, é uma oportunidade para o estado influenciar o processo de desenvolvimento sustentável dos municípios, premiando a boa gestão ambiental e a prática de atividades ambientalmente desejáveis. ICMS VERDE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO No estado do Rio de Janeiro o ICMS VERDE foi criado por decreto estadual em 2007, sendo composto pelos seguintes critérios: 45% para unidades de conservação, 30% para qualidade da água e 25% para gestão do lixo. Os repasses são proporcionais às metas alcançadas nessas áreas. Quanto melhores os indicadores, mais recursos as prefeituras recebem. Pela lei 2.664/96, o estado já é obrigado a repassar 25% do ICMS que arrecada aos municípios. O royalty verde apenas estabelece critérios sustentáveis ao rateio. A cidade que recebeu a 1° colocação no ranking do ICMS Verde foi Silva Jardim.

Veja a foto da Fazenda em Silva Jardim que produz mudas de espécies da Mata Atlântica. Beneficiada por suas unidades de conservação e pelo eficiente sistema de esgotamento sanitário, Silva Jardim, deverá continuar na topo da tabela, abocanhando R$ 7,93 milhões.

Além de Silva Jardim, Rio Claro (com expectativa de receber R$ 7,23 milhões), Cachoeiras de Macacu (R$ 6,92 milhões) e Nova Iguaçu (R$ 5,98 milhões) lideram a corrida sustentável.

O maior salto, entretanto, foi dado por Miracema, da 53° para a 29° colocação, em consequência da criação de duas unidades de conservação, que juntas somam mais de oito mil hectares. A pequena cidade do Noroeste Fluminense receberá cerca de R$ 2,34 milhões, quase quatro vezes a mais do que lhe coube no rateio de 2011 (o município deve fechar o ano com R$ 596 mil de repasses). Os 92 municípios devem receber R$ 172,55 milhões em 2012, o que representa 55% a mais em relação a este ano.

Veja a foto de uma das Unidades de Conservação criação de Miracema (Revis de Ventania).

O município de Campos dos Goytacazes receberá de ICMS VERDE apenas R$ 161.951,17.

De acordo com o levantamento oficial feito pela Secretaria estadual de Fazenda Três cidades ficarão sem ver a cor do dinheiro: Itaocara, Paraíba do Sul e Sapucaia. O motivo: ausência de conselhos ou fundos municipais de meio ambiente.

O secretário do Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o ICMS Verde é exemplo de lei que deu certo, pois um dos principais objetivos da lei era motivar os municípios a criarem unidades de conservação e em três anos, essas áreas protegidas dobraram de 104 mil para 220 mil hectares. O ICMS VERDE É uma gincana com peso zero no bolso do contribuinte.

Uso de lixo para produzir energia contará pontos

Minc acrescentou que novos componentes estão sendo incorporados aos critérios de repasse do ICMS Verde. Um deles prevê benefícios ao município que se dispuser a sediar um consórcio intermunicipal e abrigar um aterro sanitário. Outra novidade é que o município que transformar o lixo em energia também sairá na frente nos próximos anos.

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Gota D’água: o que você acha?????????

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O tema Sustentabilidade esta em alta, na última semana mesmo, postei neste blog notícias sobre a votação do Novo Código Florestal. E agora desejo divulgar o debate que nas últimas semanas esta correndo por todas as redes sociais: o debate sobre a Construção da Usina Belo Monte no Estado do Pára, de um lado atores famosos realizando uma campanha contra a construção da nova usina, entitulada Movimento Gota D’água e de outro jovens que protestam Contra  o Movimento Gota D’água..

VER VÍDEO:  Movimento Gota D’água clique aqui.

VER VÍDEO: Contra  o Movimento Gota D’águaclique aqui.

No vídeo do Movimento Gota D’água os atores agarram-se na justificativa ambiental para questionar e convocar a população a realizar um abaixo assinado a construção da nova usina no Pára, porém existem muitas pessoas que se opoem a este movimento alegando que haver uma conspiração contra o desenvolvimento do Brasil.

E você o que acha? Participe, compartilhe sua opnião.

Comissão do Senado conclui votação do Código Florestal

Senadores já haviam aprovado texto-base na última quarta-feira. Projeto segue para plenário e pode ser votado na próxima semana.

A Comissão de Meio Ambiente do Senado terminou ontem (24/11) a votação do novo Código Florestal. Acomissão aprovou o texto-base do relatório apresentado, porém os 77 mudanças exigidas pelos senadores foram apreciadas somente ontem (24/11). A proposta será votada pelo plenário do Senado em regime de urgência na próxima semana, depois voltará para a câmara e finalmente irá para as mãos da presidente Dilma. Entenda o processo:

As mudanças aprovadas pela Comissão tratam principalmente ao controle de incêndios e à proibição da regularização de atividades consolidadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs) de proteção integral localizadas em imóveis inseridos nos limites de unidades de conservação criadas até a data de promulgação do novo Código Florestal.

OBSERVAÇÃO: APPs são locais como margens de rios, topos de morros e encostas considerados frágeis e que devem ter a vegetação original protegida.

APPs  é um dos principais pontos de discódia. Como têm uma maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente, devem ser protegidas. É o caso das margens de rios e reservatórios, topos de morros, encostas em declive ou matas localizadas em leitos de rios e nascentes. A polêmica se dá porque o projeto flexibiliza a extensão e o uso dessas áreas, especialmente nas margens de rios já ocupadas.

Em relação aos incêndios, fica determinado que “na apuração da responsabilidade pelo uso irregular do fogo em terras públicas ou particulares, a autoridade competente pela fiscalização e autuação deverá comprovar o nexo de causalidade entre a ação do proprietário ou qualquer preposto e o dano efetivamente causado”.

Com a nova redação, a conversão de multa para pequenos agricultores e donos de terras com até quatro módulos fiscais autuados por desmatamento até julho de 2008 passou a valer também para grandes agricultores. Outra mudança foi a permição de produção agrícola e pecuária em encostas entre 25 e 45 graus.

O relator manteve o texto aprovado pela Câmara que determina a obrigação de recompor margens de rios em pelo menos 15 metros de mata ciliar para rios até 10 metros de largura, porém, estabeleceu que a obrigação, para propriedades com até quatro módulos fiscais, não poderá exceder 20% da área da propriedade.

ENTENDENDO O CÓDIGO FLORESTAL:

—– O que é?

O Código foi criado em 1965 pra regulamentar a exploração da terra no Brasil, baseado no fato de que se trata de um bem de interesse comum a toda a população. A legislação estabelece parâmetros e limites para preservar a vegetação nativa e determina o tipo de compensação, como reflorestamento, que deve ser feito por setores que usem matérias-primas, assim como as penas para os responsáveis por desmate e outros crimes ambientais relacionados. A elaboração do Código durou mais de dois anos e foi feita por uma equipe de técnicos.

——– Por que precisa ser alterado?
Existe um consenso entre os ambientalistas, os ruralistas e os cientistas que há necessidade de alterações as leis nacionais à realidade brasileira e mundial. O Código existente já sofreu várias modificações  por meio de decreto e de medidas provisórias, por isso há necessidade de uma transformação mais consistente.Todos concordam que há necessidade de incluir incentivos, benefícios e subsídios para quem preserva e recupera a mata, como acontece na maioria dos países que vêm conseguindo avançar nessa questão ambiental.

POSIÇÕES QUANTO A MUDANÇAS:

 

——- Ruralistas.
Líderes da bancada rural apresentaram restrições, como defender que todas as pequenas propriedades possam receber os benefícios previstos no Código e não apenas aquelas que se encaixam no conceitos de agricultura familiar, ou seja, no qual apenas membros da família trabalham.

Apesar de restrições como essas, os representantes desse setor comemoraram, já que acreditam que o Código em vigor atrapalha o desenvolvimento do país por ter sido criado quando agricultura e pecuária tinham baixa produtividade. Por isso, defendem as alterações para que haja mais terra para ampliar a produção.

 —– Ambientalistas e acadêmicos.

Boa parte das ONGs de defesa do meio ambiente e especialistas na área rebatem a tese dos ruralistas, afirmando que as terras já exploradas são suficientes para dobrar a produção, e que basta aprimorar a eficiência nas lavouras e nos pastos por meio de tecnologia e uso sustentável na agricultura e pecuária.

Para eles, as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e podem por em risco serviços ambientais básicos, como o ciclo das chuvas e dos ventos, a proteção do solo, a polinização, o controle natural de pragas, a biodiversidade, entre outros. Esse desequilíbrio prejudicaria até mesmo a produção agropecuária, que está diretamente ligada a tais fatores ambientais.

Todos acreditam que o novo texto não vai coibir desmatamento. Entre as principais críticas estão o perdão, em vários níveis, a quem desmatou ilegalmente no passado e a autorização de atividades agropecuárias ou de turismo em Áreas de Preservação Permamente. A permissão para que produtores reponham áreas desmatadas em outras regiões do bioma (conjunto de diferentes ecossistemas) também é alvo de críticas.

Eu como Jornalista apóio e acho muito bem vinda as mudanças do Código Florestal, afinal além de preservar o meio ambiente e ainda irá poupar que vidas sejam ceifadas por deslizamentos e alagamentos.

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Chevron pode ser penalizada em até R$ 100 milhões

Entre multas e reparação ambiental a Chevron pode ter que pagar até 100 milhões.

O governo do estado do Rio de Janeiro, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e a ANP (Agência Nacional do Petróleo) começaram nesta segunda-feira (21/11) quanto será aplicado de multa (que poderá chegar a R$100 milhões) a Chevro pelo vazamento de petróleon a Bacia de Campos.

Os administradores e engenheiros da empresa também estão em maus lençóis, pois também podem ser processados pelo incidente. Na realidade há divergências sobre a quantidade de óleo que vazou poluindo o mar a 120 km do litoral fluminense. Porém o Ministério do Meio Ambiente, declarou que a Chevron “teria tentado enganar as autoridades e a opinião pública ao divulgar versões que as vistorias indicam ser mentirosas”.

Em suas declarações a empresa afirmou que o petróleo vazou por falha geológica, sem influência da atuação da petroleira. Porém já foi comprovado pelo Ibama e pela ANP que problemas no poço originaram o derramamento do óleo no oceano.

Os responsáveis pelo o IBAMA já declararam se a empresa for penalizada com uma multa de alto valor, servirá de alerta às outras companhias que atuam no Brasil, contribuindo para maior proteção da Costa Brasileira. E a ANP também já declarou que a Chevron será penalizada com todo rigor da lei.  Segundo especialistas do mercado de óleo e gás têm especulado que as multas da ANP não ficarão em menos de R$ 30 milhões.

E segundo Carlos Minc (Secretário Estadual do Ambiente) o Governo do Estado do Rio também analisa a possibilidade de aplicação multa à empresa dos Estados Unidos. O governo exigirá uma reparação financeira pelos danos causados ao meio ambiente, aos pescadores e a todos os afetados. A estimativa inicial de Carlos Minc é de R$ 10 milhões de compensação.

Procurada, a Chevron afirmou em nota que “respeita as leis dos países onde opera e está trabalhando com todas as agências do governo para avaliar o problema, mitigar os impactos e identificar a causa raiz”.

Acreditamos que a empresa norte-americana deve punida com rigor, pois as ações tomadas nesse caso servirão de diretrizes para as outras empresas do setor. Imagino que se as penalizações forem elevadas este caso servirá como lembrança para as outras petroleiras agirem com total responsabilidade o litoral brasileiro. Porém, se a justiça brasileira deixar passar com punições brandas as outras companias do setor não terão receio de realizar a extração do petróleo sem todos os cuidados e investimentos necessários.

Como brasileiro e campista espero que a Chevron seja penalizada com todo rigor da lei, afinal se a empresa prosperava explorando nosso litoral, o mínimo que se podia esperar desta é que cuidasse bem do nosso patrimônio.

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Frota de 17 navios tenta controlar mancha após vazamento na bacia de Campos

Vazamento de petróleo foi detectado perto do campo de Frade. Dilma determinou ‘rigorosa apuração’ do acidente em campo da Chevron.

A Chevron Brasil informou neste domingo (13) que continua trabalhando para controlar a mancha de óleo que vazou nas proximidades do Campo Frade, situado a 370 quilômetros a nordeste da costa do Rio. O derramento foi causado por um acidente, revelado na última quinta-feira (10).

Segundo a empresa, uma frota de 17 navios de apoio, da empresa e cedidos por companhias do setor que atuam na Bacia de Campos, trabalham na operação de controle da mancha. “A frota está trabalhando ininterruptamente no suporte à operação, que inclui a utilização de boias de contenção, skimmers e técnicas de recuperação”, disse a empresa. “A empresa colocou sua equipe global de resposta a emergências ambientais em ação para dar suporte à operação e continua trabalhando com os os órgãos governamentais e os parceiros da indústria”, acrescentou a Chevron.

Baseado em estimativas realizadas por meio de sobrevoos da área, o volume total de óleo na superfície, segundo a empresa, continua estimado entre 64 a 104 metros cúbicos ou entre 404 a 650 barris. A mancha encontra-se a 120 quilômetros da costa. “Exsudações de óleo que foram descobertas nas proximidades das operações de perfuração do Campo Frade são a fonte da mancha de óleo na superfície. As investigações sobre as causas dessas exsudações e da mancha continuam”, aompletou o comunicado.

As atividades de perfuração no Frade continuam paralizadas. Na quinta, a empresa havia estimado o vazamento em 60 barris e que o acidente foi causado por uma falha natural na superfície do fundo do mar, e não à produção. Na sexta, a presidente Dilma Rousseff determinou ao Ministério de Minas e Energia, à Agência Nacional de Petróleo (ANP) e à Marinha uma “rigorosa apuração” do vazamento, segundo comunicado divulgado pelo Planalto. Ainda na quinta, a ANP confirmou o início de investigação.

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