O Valor das Fibras na Alimentação

O Valor das Fibras na Alimentação

As fibras possuem propriedades que beneficiam o organismo e são excelentes fontes de energia. Estão presentes nos cereais, nozes, grãos, frutas e nos vegetais.

As fibras são indispensáveis  para  uma alimentação saudável.  Colaboram com a manutenção intestinal,  pois não são digeridas pelo organismo e são eliminadas nas fezes. O consumo diário previne a prisão de ventre. Estudos revelam que em países que o consumo de fibras é alto, há menor incidência de doenças como câncer de cólon, diverticulose, hemorróidas, cardiopatias, hérnia de hiato e diabetes. Especialistas indicam a ingestão de 25 a 30 g/dia de fibras associada a ingestão de 2 litros/dia de água e a prática de exercícios regulares para melhor manutenção da saúde.

Tipos de fibras:
Solúveis: São dissolvidas em água. Previnem a reabsorção do colesterol encontrado na bile, facilitando a eliminação de  colesterol. Ajudam no combate a doenças coronariana e dificultam a absorção de açúcares. Não possuem valor calórico ou energético e ajuda no combate à obesidade pois promovem a sensação de saciedade. São encontradas em feijão, lentilha, ervilha, aveia, maçã, laranja. Insolúveis: Não se dissolvem com a mastigação. Tem o papel de facilitar a digestão dos alimentos. Previnem a constipação por reter água no intestino. Aumentam o volume e a umidade das fezes. São eficazes no combate à prisão de ventre e na prevenção de doenças como câncer de cólon.  São encontradas no pão integral, arroz integral, aveia, farelo de trigo, cereais, nas cascas das frutas e nas hortaliças.
O café é um vilão? Quem tem pressão alta normalmente é instruído a evitar a cafeína.
MITO – Um dos mitos mais contados é com relação aos pacientes com pressão alta.  Normalmente são instruídos a evitar a cafeína. Os cardiologistas da Universidade da Califórnia em São Francisco concluíram que não existe nenhuma relação entre o aumento das doenças cardíacas e o consumo diário de café.

A cafeína estimula o funcionamento do organismo e a memória. O recomendável é até quatro xícaras por dia -500mg.

Azeite ajuda a diminuir o colesterol ruim?
VERDADE – Pesquisas do Instituto Superior de Sanidade (ISS), em Roma, revelaram que dois componentes do azeite de oliva melhoram o perfil de gordura no sangue, pois aumentam o nível de HDL (bom colesterol) e diminuem o de LDL (colesterol ruim). O azeite ajuda a controlar a pressão sanguínea e a formação de placas nas artérias.

– Porém, ao ser aquecido o azeite muda a sua saturação e passa a ter as mesmas propriedades das gorduras animais, causando malefícios à saúde. Por isso, ao fazer frituras, é preferível usar óleo vegetal.

Suco de berinjela é bom para baixar o colesterol ruim?
MITO – Ao contrário do azeite, não há nenhuma comprovação científica de que o suco ou a famosa água de berinjela tenha efeito sobre o colesterol. Mas temos comprovado que os hábitos saudáveis reduzem o colesterol ruim. Basta seguir uma dieta equilibrada, com poucas gorduras, e fazer exercícios regularmente.
Chocolate amargo traz benefícios para o coração?

VERDADE – Os flavonóides presentes na semente do cacau agem como um protetor cardiovascular. Diminuem a oxidação do colesterol ruim, ajudam a reduzir a pressão arterial e controlam a glicose no sangue. Além disso, o chocolate tem fenilalanina e tirosina, dois aminoácidos ligados ao bem-estar.

O chocolate amargo é o mais indicado por conter menos açúcar, mais massa de cacau, e por isso, maior presença de antioxidantes em sua composição.

Fonte: Bem Viver – Ano 5 – n° 43 – 2011.

30 ANOS DEPOIS E 24 DEDICADOS AOS SOROPOSITIVOS

Cronologicamente, o tempo parece remoto, mas para nós que lidamos com pessoas portadoras de HIV/AIDS, é como se fosse ontem.  São 30 anos da doença no Brasil e 24 dedicados aos soropositivos para o HIV/AIDS.

Ainda sinto a angústia e impotência diante do quadro desolador de quem se encontrava com AIDS em 1985/86. O HIV atacava o sistema imunológico do paciente, deixando-o vulnerável a doenças como:

* Sarcoma de kaposi (sk);

* Pneumociste carine;

* E a outras infecções.

Que em poucos meses levava o doente a óbito (não havia medicamento disponível no mercado). A morte do paciente era associada à dor, a expressões fisionômicas cadavéricas, ao preconceito e a desesperança. Um período de muitas especulações, poucas informações e de muitas incertezas. (mais…)

Abertura no Clube da Terceira Idade

 

O superintendente de Saúde coletiva, Charbell Kury, que esteve ontem no Clube da Terceira Idade, onde ocorreu a abertura do Dia de Mobilização Nacional contra a gripe, ressaltou a importância da vacinação e disse que não há contra-indicações.
— Essa vacina é eficaz porque é trivalente: ela atua contra dois vírus da gripe, além do da influenza A (H1N1). A única contra-indicação é para quem tem alergia às proteínas do ovo, o que é muito difícil na população brasileira — disse.
Ainda ontem, um ônibus da Epidemiologia levou enfermeiros ao Hospital Manoel Cartucho, ao Asilo Monsenhor Severino e ao Asilo Nossa Senhora do Carmo para a vacinação dos idosos internados.
Documentação — Para participar da campanha, a população deve levar apenas o documento de identidade e o cartão de vacinação.
Crianças — Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada a segunda dose. A vacina é segura para todos e não oferece risco algum. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção.

Reforço na saúde do Norte e Noroeste-Fluminense

As regiões Norte e Noroeste receberão este ano R$ 11,7 milhões do Programa de Apoio aos Hospitais do Interior (PAHI 2011). Ao todo 22 cidades devem assinar o Termo de Compromisso de Gestão (TCG), que permite a disponibilidade dos recursos. A expectativa é de que os investimentos beneficiem com um melhor atendimento na saúde uma população estimada em 1,2 milhões de moradores.
Para a otimização dos recursos, várias “Oficinas de Regionalização” estão acontecendo em municípios do interior. A última, em Macaé, reuniu representantes do Norte (oito municípios) e Noroeste (14). Coordenada pela secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec), a finalidade da ação é garantir o planejamento de base inter-regional e o direito da população aos serviços oferecidos, reduzindo desigualdades sociais e territoriais.
Para o secretário Sérgio Côrtes as oficinas são fundamentais. “Mais importante do que alcançar resultados isolados, o grande desafio é buscar o envolvimento de todos, em sintonia, para planejar ações conjuntas, estabelecer metas, compartilhar informações, acompanhar em todas as etapas a execução das medidas e avaliar e validar os resultados atingidos pelos envolvidos em cada colegiado”, lembrou Sérgio Côrtes.
O secretário explicou ainda que o programa teve início em 2009, quando foram realizadas cinco oficinas em diversos pontos do Estado, envolvendo técnicos da Sesdec e os gestores municipais. Nestes eventos, foram constituídos os colegiados de gestão regional e realizados o levantamento e mapeamen-to das necessidades de saúde nos municípios e regiões.

— O Programa de Regionalização foi criado com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados, por meio da organização do Estado em “Regiões de Saúde”. Com a divisão, é possível planejar melhor a atenção integral ao paciente, desde a atenção básica, graças à organização dos serviços de assistência e promoção, até os serviços de alta complexidade — explicou o secretário Sérgio Côrtes.
O secretário municipal de Bom Jesus de Itabapoana, Luiz Armando Baldan, acredita na força dos encontros regionais. “Essa região tem que agradecer ao Estado, ao secretário estadual de Saúde por esse trabalho. É importante para nós, gestores, definirmos quais são os pactos e que eles realmente aconteçam. Temos que encontrar soluções em conjunto para a área da saúde”, conclamou.
O prefeito de Porciúncula, Antonio Jogaib, participou em fevereiro da cerimônia que marcou a renovação do convênio firmado com o Governo do Estado em benefício do Hospital do município, através do PAHI. “A renovação da ajuda aos hospitais é um ato muito importante do governador, pois o hospital de Porciúncula, em particular, vive uma crise financeira gravíssima”, disse o prefeito.

O convênio representa uma ajuda mensal em torno de R$ 30 mil para o Hospital de Porciúncula e mais R$ 12 mil para a secretaria Municipal de Saúde.Além da renovação nos moldes atuais, o PAHI foi ampliado (PAHI-Regional) de forma a atender também aos Hospitais de Referência Regional do Interior como, por exemplo, o São José do Avaí (HSJA), em Itaperuna, o que significa melhores condições de atendimento para os municípios vizinhos, que necessitam encaminhar seus pacientes para o HSJA para tratamento de casos mais específicos. “Nesta nova etapa do PAHI, estamos investindo nos hospitais regionais, que são pólos para outros municípios, para que assim possam atender pacientes da região onde estão localizados”, explica o secretário.  

 
O PAHI-Regional irá fomentar, em parceria com as prefeituras, a estruturação das redes regionalizadas de atenção à saúde, com a ampliação do acesso mais próximo ao cidadão. Serão beneficiados os hospitais regionais das seguintes cidades-pólos: Resen-de, Cabo Frio, Vassouras, Três Rios, Campos, Teresópolis, Bar- ra Mansa, Ipateruna, Macaé e Volta Redonda.
— Os critérios de repasse do componente fixo dependem do porte das unidades, que podem ser classificadas de 0 a 5, de acordo com algumas características. São elas: o tipo do hospital, o número de leitos, a quantidade de leitos de UTI, se tem urgência e emergência, o número de salas de cirurgia e se presta atendimento ambulatorial. Essas características definem uma pontuação de 1 a 4 e a soma dessas pontuações define, de acordo com esse porte as unidades que irão receber um valor fixo — finalizou  Sérgio Côrtes.

Projeto SUS no papel ficou perfeito .

Muito embora a história da Saúde Pública Brasileira tenha início em 1808, o Ministério da Saúde só veio a ser instituído no dia 25 de julho de 1953, com a Lei nº 1.920, que desdobrou o então Ministério da Educação e Saúde em dois ministérios: Saúde e Educação e Cultura. A partir da sua criação, o Ministério passou a encarregar-se, especificamente, das atividades até então de responsabilidade do Departamento Nacional de Saúde (DNS), mantendo a mesma estrutura que, na época, não era suficiente para dar ao órgão governamental o perfil de Secretaria de Estado, apropriado para atender aos importantes problemas da saúde pública existentes.  Na verdade, o Ministério limitava-se a ação legal e a mera divisão das atividades de saúde e educação, antes incorporadas num só ministério. Mesmo sendo a principal unidade administrativa de ação sanitária direta do Governo, essa função continuava, ainda, distribuída por vários ministérios e autarquias, com pulverização de recursos financeiros e dispersão do pessoal técnico, ficando alguns vinculados a órgãos de administração direta, outros às autarquias e fundações.

Três anos após a criação do Ministério, em 1956, surge o Departamento Nacional de Endemias Rurais,  que tinha como finalidade organizar e executar os serviços de investigação e de combate à malária, leishmaniose, doença de Chagas, peste, brucelose, febre amarela e outras endemias existentes no país, de acordo com as conveniências técnicas e administrativas.

O Instituto Oswaldo Cruz preservava sua condição de órgão de investigação, pesquisa e produção de vacinas. A Escola Nacional de Saúde Pública incumbia-se da formação e aperfeiçoamento de pessoal e o antigo Serviço Especial de Saúde Pública atuava no campo da demonstração de técnicas sanitárias e serviços de emergência a necessitarem de pronta mobilização, sem prejuízo de sua ação executiva direta, no campo do saneamento e da assistência médico-sanitária aos estados.

No início dos anos 60, a desigualdade social, marcada pela baixa renda per capita e a alta concentração de riquezas, ganha dimensão no discurso dos sanitaristas em torno das relações entre saúde e desenvolvimento. O planejamento de metas de crescimento e de melhorias, conduziram o que alguns pesquisadores intitularam como a grande panacéia dos anos 60 – o planejamento global e o planejamento em saúde.   As propostas para adequar os serviços de saúde pública à realidade diagnosticada pelos sanitaristas desenvolvimentistas tiveram marcos importantes, como a formulação da Política Nacional de Saúde na gestão do então ministro, Estácio Souto-Maior, em 1961, com o objetivo de redefinir a identidade do Ministério da Saúde e colocá-lo em sintonia com os avanços verificados na esfera econômico-social.

Outro marco da história da saúde no âmbito ministerial ocorreu em 1963, com a realização da III Conferência Nacional da Saúde (CNS), convocada pelo ministro Wilson Fadul, árduo defensor da tese de municipalização. A Conferência propunha a reordenação dos serviços de assistência médico-sanitária e alinhamentos gerais para determinar uma nova divisão das atribuições e responsabilidades entre os níveis político-administrativos da Federação visando, sobretudo, a municipalização.

Em 1964, os militares assumem o governo e Raymundo de Brito firma-se como ministro da saúde e reitera o propósito de incorporar ao MS a assistência médica da Previdência Social, dentro da proposta de fixar um Plano Nacional de Saúde segundo as diretrizes da III Conferência Nacional de Saúde.

Com a implantação da Reforma Administrativa Federal, em 25 de fevereiro de 1967, ficou estabelecido que o Ministério da Saúde seria o responsável pela formulação e coordenação da Política Nacional de Saúde, que até então não havia saído do papel. Ficaram as seguintes áreas de competência: política nacional de saúde; atividades médicas e paramédicas; ação preventiva em geral, vigilância sanitária de fronteiras e de portos marítimos, fluviais e aéreos; controle de drogas, medicamentos e alimentos e pesquisa médico-sanitária.

Ao longo destes quase cinqüenta anos de existência, o Ministério da Saúde passou por diversas reformas na estrutura. Destaca-se a reforma de 1974, na qual as Secretarias de Saúde e de Assistência Médica foram englobadas, passando a constituir a Secretaria Nacional de Saúde, para reforçar o conceito de que não existia dicotomia entre Saúde Pública e Assistência Médica. No mesmo ano, a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública – SUCAM – passa à subordinação direta do Ministro do Estado, para possibilitar-lhe maior flexibilidade técnica e administrativa, elevando-se a órgão de primeira linha. Foram criadas as Coordenadorias de Saúde, compreendendo cinco regiões: Amazônia, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, ficando as Delegacias Federais de Saúde compreendidas nessas áreas subordinadas às mesmas. As Delegacias Federais de Saúde deixavam, assim, de integrar órgãos de primeira linha. É criada também, a Coordenadoria de Comunicação Social como órgão de assistência direta e imediata do Ministro de Estado e instituído o Conselho de Prevenção Antitóxico, como órgão colegiado, diretamente subordinado  ao Ministro de Estado.

Do final da década de 80 em diante, destaca-se a Constituição Federal de 1988, que determinou ser dever do Estado garantir saúde a toda a população e, para tanto, criou o Sistema Único de Saúde. Em 1990, o Congresso Nacional aprovou a Lei Orgânica da Saúde que detalha o funcionamento do Sistema.

Transferências

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) é o gestor financeiro, na esfera federal, dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Tem como missão “contribuir para o fortalecimento da cidadania, mediante a melhoria contínua do financiamento das ações de saúde”.Os recursos destinam-se a prover, nos termos do artigo 2.° da lei n.° 8.142, de 28 de dezembro de 1990, as despesas do Ministério da Saúde, de seus órgãos e entidades da administração indireta, bem como as despesas de transferência para a cobertura de ações e serviços de saúde a serem executados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
A transferência Fundo a Fundo consiste no repasse de valores, regular e automático, diretamente do FNS para os Estados e Municípios, independentemente de convênio ou instrumento similar, de acordo com as condições de gestão do beneficiário, estabelecidas na NOB 01/96 e NOAS 01/2001.
Destina-se ao financiamento dos programas do SUS e abrange recursos para a Atenção Básica (PAB fixo e PAB variável) e para os procedimentos de Média e Alta Complexidade.

Faça sua Consulta – Fundo a Fundo

 porquê a saúde no Brasil vai de mau a pior ? Em Campos do Goytacazes – RJ , alem da verba do sus , tem verbas monstruosas de compensação da exploração do petroleo , Tem hospital com o pagamento atrasado , médicos sem receber , faltam leitos nos hospitais e para piorar cortaram a quantidade de consultas e exames que os hospitais  marcava , sera que o dinheiro acabou ou gastaram errado .

O diretor do Alvaro Alvim , dr Jair Araujo em entrevista atestou a inadimplência :

 O vereador Abdu Neme questionou o diretor quanto a matemática feita para que o hospital, que é uma instituição conveniada com o município, consiga efetuar o pagamento do 13º Salário e Férias dos funcionários ao final de cada ano. Segundo Jair, não há matemática. “Tudo é feito dentro das possibilidades. Por exemplo, ficamos um tempo prestando serviços ao município e não recebemos. Fatos como este atrapalham o andamento da unidade, mas não deixamos de atender e o importante é que a população está tendo o atendimento que precisa”, revelou.

  ” a saúde esta sem saúde ”

O pobre cidadão que não tem recurso ou plano de saúde , tem que conviver com a insatisfação   dos médicos e enfermeiros , a falta de suprimentos e medicamentos .

Voce pode contribuir , denuncie  mande um email com dados que vou divulgar .

abss :

Fabricio Lirio .

notificação para combater à epidemia de dengue .

A partir desta quarta-feira (27/4), conforme publicado pela prefeitura no Diário Oficial do dia, os proprietários ou responsáveis por quaisquer imóveis, terrenos e residências abandonadas no município, para evitar a aplicação de multa, terão que tomar os cuidados necessários em um prazo de 72 horas para combater os mosquitos, em especial o aedes aegypti, transmissor da dengue. A medida visa, ainda, evitar a proliferação de qualquer outro foco transmissor, efetuando ainda a limpeza completa do local.

Apesar de localizada em 43º lugar em casos de dengue notificados e em 39º lugar no índice de infestação predial em relação as demais cidades do Estado do Rio, Campos está geograficamente bem próxima de três municípios com alto risco de epidemia da dengue e, por isso, deve tomar medidas para garantir a saúde da população.

De acordo com o promotor titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Marcelo Lessa Bastos, “não é necessária autorização judicial para o ingresso dos agentes de saúde nas residências dos moradores”, inclusive, podendo contar com o auxílio policial do 8º BPM, “de modo a garantir a entrada dos agentes de saúde nas residências de eventuais moradores que se recusem a recebê-los”.

Medidas do CCZ – O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) continua atuando diariamente com o auxílio de 600 agentes pelos bairros da cidade, além dos carros fumacês. De acordo com o diretor do órgão, César Salles, um novo mutirão será realizado no início da outra semana nos bairros que apresentam, após visita dos agentes, maior índice de infestação predial com base no Levantamento do Índice Rápido de Infestação do Mosquito Aedes Aegypti (LIRAa). “Devemos visitar, em média, 30 bairros, como no mutirão realizado no início do mês, quando visitamos 21.880 imóveis, recolhemos 321 focos com larvas do mosquito e 2.303 sacos de lixo de 200 litros”, ressalta.

(fonte: site da PMCG)

A Face Da Dengue

Saiba como evitar a proliferação do mosquito da dengue:
Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um possível foco. Velas e repelentes são paliativos.
Chuva e calor contribuem para crescimento de focos da dengue. (Foto: Reprodução: TV Globo)

Chuva e calor contribuem para crescimento de focos da dengue. (Foto: Reprodução: TV Globo)

Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um foco do mosquito Aedes aegypti: pratos de vasos de plantas, caixas d’água mal tampadas, latas, garrafas, plásticos, cacos, pneus, piscinas sem tratamento da água, calhas etc.

O perigo maior é em casa. Calcula-se que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. Velas de citronela ou andiroba e repelentes são paliativos: não eliminam o mosquito, apenas o mantêm distante por algum tempo. As velas têm raio de alcance restrito. Os repelentes possuem duração de proteção limitada. (mais…)

Olhos a partir de células-tronco !!!

Cientistas japoneses conseguiram fazer com que células-tronco cultivadas em laboratório se organizassem sozinhas em uma estrutura complexa semelhante ao olho.

A novidade, destaque na edição da quinta (7) da revista Nature, poderá auxiliar no desenvolvimento de novas alternativas para transplantes de retina e tratamento de doenças oculares.

Yoshiki Sasai, do Centro de Biologia do Desenvolvimento Riken, em Kobe, e colegas obtiveram aglomerados de células-tronco embrionárias de camundongos em um meio de cultura desenhado especialmente para a pesquisa.

As células se organizaram espontaneamente em uma estrutura de camadas e tridimensional. A estrutura se mostrou semelhante à do cálice óptico, estágio de formação do olho no feto que se desenvolve nas camadas interna e externa da retina durante a embriogênese.

De acordo com os autores do estudo, a organização das células-tronco não era esperada, uma vez que a cultura se iniciou como um agregado sem padrão de células homogêneas, que não foi induzido a assumir uma forma específica.

A pesquisa destaca como a formação do cálice óptico depende de uma programação intrínseca, sequencial e auto-organizada que direciona o destino e a posição das células, bem como o formato dessa estrutura embrionária do olho.

“Com esse estudo, conseguimos resolver um problema em embriologia que permanecia há quase um século, ao mostrar que precursores da retina têm a capacidade inerente de dar origem à estrutura complexa do cálice óptico”, disse Sasai.

“É estimulante pensar que agora estamos no caminho de nos tornarmos capazes não apenas de gerar tipos de células diferenciadas, mas também tecidos organizados, que podem abrir novos caminhos para aplicações na medicina regenerativa”, disse o cientista.

O artigo Self-organizing optic-cupmorphogenesis in three-dimensional culture (doi:10.1038/nature09941), de Mototsugu Eiraku e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.