Você nunca mais vai precisar jogar no lixo sua esponja velha de lavar louça

 

Daquelas iniciativas que merecem e precisam ser difundidas. Se você já lavou louça alguma vez, sabe que usamos uma esponja durante a lavagem da louça, certo? Essa esponja tem um tempo de vida limitado (em média 4 semanas) e depois de algumas semanas invariavelmente temos que trocar, pois a esponja já está muito gasta e não cumpre mais sua função. Mas então, o que fazer com a esponja usada?

Pensando na quantidade de esponjas que são descartadas anualmente no lixo, a Scotch-Brite se juntou à TerraCycle para criar, pela primeira vez no mundo, um sistema de coleta e reciclagem das esponjas – de todas as marcas do mercado e suas respectivas embalagens plásticas para transformá-las em produtos sustentáveis: a Brigada de Esponjas Scotch-Brite.

Além do aspecto ambiental, a Brigada de Esponjas Scotch-Brite dá a chance aos consumidores de se engajarem em uma causa social. Isso porque a cada esponja enviada para a reciclagem, será doado R$0,02 para uma escola ou organização sem fins lucrativos escolhida por cada participante.

brigada

Para participar, o consumidor ou entidades, como escolas e organizações, deve se cadastrar no endereço, fazer a inscrição e começar a coletar as esponjas e suas respectivas embalagens e enviá-las gratuitamente, conforme as orientações disponíveis no site, para a TerraCycle, onde este material será reciclado e transformado em matéria-prima para a fabricação de outros produtos. Assim que a TerraCycle recebe os resíduos, verifica a quantidade e computa dois pontos por embalagem para o consumidor ou equipe responsável pela coleta. Cada ponto equivale a R$0,02. A quantia acumulada pode ser resgatada duas vezes por ano para ser destinada a instituições sociais que o participante escolher.

Dia de negociação nuclear entre potências e Irã acaba sem acordo

 

Secretário de Estado dos EUA e chanceler russo unem-se à negociação.
Diálogo continua neste sábado em Genebra, segundo diplomatas.

 

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, dá entrevista nesta sexta-feira (8) em Genebra, na Suíça (Foto: AFP)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, dá entrevista nesta sexta-feira (8) em Genebra, na Suíça (Foto: AFP)

O dia de negociações entre as potências e o Irã a respeito do controverso programa nuclear iraniano teminou sem um acordo nesta sexta-feira (8) em Genebra.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, teve uma reunião de mais de 5 horas com o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, e com a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, mas sem resultados.

O vice-chanceler iraniano, Abbas Araqchi, também afirmou que as negociações nucleares com Kerry e Catherine foram produtivas, mas “temos muito trabalho a fazer”.

Ao chegar à Suíça Kerry disse que lacunas importantes precisam ser superadas nas negociações nucleares com o Irã.

O Irã descreveu logo depois uma divergência importante, quando um membro de sua equipe de negociação, Majid Takt-Ravanchi, disse à agência de notícias Mehr que as sanções petrolíferas e bancárias impostas ao Irã deverão ser atenuadas já em uma primeira fase de qualquer acordo.

As potências mundiais envolvidas nas negociações ofereceram ao Irã um acesso de até US$ 50 bilhões a verbas congeladas no exterior há anos, mas descartaram uma diluição mais ampla das sanções no princípio da execução do acordo.

Potências ocidentais suspeitam que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares e, por isso, a comunidade internacional impôs punições à República Islâmica, que insiste no caráter pacífico das suas atividades.

Em junho, o Irã elegeu um político moderado como presidente, o que abriu as portas para a retomada do diálogo, agora em sua segunda rodada, com EUA, RússiaChina, Reino Unido,França e Alemanha. Diplomatas alertam, no entanto, que um eventual avanço marcará apenas o primeiro passo na solução da questão.

Mas a mera presença de Kerry e de seus colegas ministros de Relações Exteriores de França,Reino Unido e Alemanha já sinaliza que um acordo pode estar mais próximo.

O chanceler russo, Sergei Lavrov, se juntará às negociações no sábado, disseram diplomatas, sinalizando que as negociações inicialmente programadas para 7 e 8 de novembro irão se estender para um terceiro dia.

Kerry adiou visitas à Argélia e a Marrocos para viajar à Suíça e iniciou uma reunião trilateral com o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, e com a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton.

Um funcionário graduado do Departamento de Estado disse que Kerry está comprometido em fazer “qualquer coisa que puder” para superar as divergências com o Irã. Antes de chegar a Genebra, ele esteve em Israel, onde se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, contrário à negociação com o Irã.

Netanyahu advertiu Kerry e seus homólogos europeus de que o Irã obteria “o negócio do século” se o Ocidente fizesse propostas para conceder um alívio temporário e limitado das sanções em troca de uma suspensão parcial e a não-expansão de seu programa de enriquecimento de urânio para a produção de combustível nuclear.

“Israel rejeita totalmente isso e o que eu estou dizendo é compartilhado por muitos na região, mesmo que não expressem publicamente”, disse Netanyahu a repórteres.

A Casa Branca respondeu dizendo que era “prematuro” criticar o que estava sendo deliberado em Genebra.

Mais tarde, o presidente americano, Barack Obama telefonou para Netanyahu.

O tema da ligação foi “discutir o Irã e nossos esforços em curso para chegar a uma resolução pacífica” – acrescentou a Casa Branca – explicando que Obama “insistiu em seu compromisso para impedir que Teerã obtenha armamentos nucleares”.

 

G1 Portal de notícias da Globo.

Ao todo, 1.460 funcionários do Superporto do Açu demitidos

 

 

No período de março deste ano até a última segunda-feira, pelo menos 1.460 trabalhadores foram demitidos do Superporto do Açu. A informação foi passada pelo presidente do sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, José Eulálio, com base na audiência que foi realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) na tarde da última segunda-feira. Segundo Eulálio, o órgão vai solicitar à LLX e OSX, do grupo do megaempresário Eike Batista, relatório sobre todas as dispensas formuladas e o que motivou tais medidas.

Representantes de empresas como a Acciona, Amatec, Histrabras e Mioplan, entre outras, tiveram que comparecer à audiência. “Em outras empresas de menor porte não foram consideradas como demissões em massa”, afirmou Eulálio.

O dirigente sindical informou que a audiência foi para apresentação do relatório realizada pela força-tarefa do Ministério do Trabalho no empreendimento que vem sendo desenvolvido no litoral de São João da Barra, onde foram feitas nada menos que 23 visitas e aplicados 204 autos de infração por vários tipos de irregularidades que estariam sendo cometidas pelas empresas que atuam na construção do Superporto do Açu. “

De acordo com José Eulálio, durante a audiência ficou acordado que não poderá haver mais demissões em massa no empreendimento do Açu. “Só poderão haver demissões de no máximo 40 trabalhadores e mesmo assim, a cada 15 dias, quitando todos os direitos trabalhistas”, disse ele, afirmando que com a Acciona o sindicato conseguiu um acordo mantendo em 90 dias o plano de saúde dos trabalhadores demitidos, assim como o vale-alimentação no valor de R$ 300,00.

O presidente do sindicato afirmou ainda que a denúncia sobre a situação trabalhista no empreendimento foi feita pela entidade, através de relatório enviado ao Ministério do Trabalho, o que teria gerado a criação da força-tarefa para verificar o que estava ocorrendo com os trabalhadores do projeto. A iniciativa culminou nas visitas de fiscais do órgão ao empreendimento no litoral sanjoanense e na aplicação dos autos de infração ocasionados por descumprimento à legislação trabalhista.

Rompimento de contrato – O cancelamento do contrato entre a Kingfish do Brasil, que é uma das três empresas que firmaram contrato com o estaleiro da OSX, teria partido da própria OSX, segundo informou ontem assessoria de imprensa do grupo. O contrato previa a construção de 11 navios-tanque até 2017, no valor de R$ 732 milhões de dólares.

Cilênio Tavares

Foto: Divulgação/LLX

Pontos de ônibus estão em péssimas condições em Campos, RJ

 

Usuários reclamam das estruturas que são oferecidas.
Secretaria de Obras faz um levantamento na cidade.

Ponto de ônibus no bairro Pecuária. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Ponto de ônibus no bairro Pecuária. (Foto: Letícia Bucker/ G1)

Estrutura metálica retorcida e cobertura plástica empenada. Os detalhes dão a impressão de uma narração sobre uma escultura moderna, mas essas são as características das marquises dos pontos de ônibus na cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Na tarde desta terça-feira (21), a equipe de reportagem do G1 percorreu alguns bairros da cidade e fotografou as péssimas condições oferecidas para os usuários.

No bairro da Pecuária, o ponto de ônibus instalado na calçada do maior cemitério do interior do estado do Rio de Janeiro, está em estado deplorável. Toda a estrutura está torta e só há parte da cobertura que protege o passageiro.

Na avenida 28 de março, próximo ao bairro Parque São Caetano, a cobertura do ponto está pela metade e quem aguarda a condução diz que precisa ficar desviando do sol. Quando chove a solução é dividir com os demais.

Ponto de ônibus na Av. 28 de Março. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Ponto de ônibus na Av. 28 de Março. (Foto: Letícia Bucker/ G1)

“Eu sempre ando com uma sombrinha na bolsa, mesmo que o tempo esteja firme. Aqui em Campos a maioria dos pontos de ônibus não possuem estrutura e os que tem, estão quebrados. A sombrinha ajuda quando o sol está muito quente”, contou a secretária Carmem Santana.

A estudante, Tamiris Souza, disse que além da falta de cobertura a estrutura está solta e que tem medo de sentar e acabar se machucando.

“Estudo em um colégio do bairro e fico todos os dias aguardando a condução até a minha casa. Um dia alguém vai cair aqui, porque está tudo empenado. O pior são os idosos que precisam se sentar e correm risco”, disse.

Parte da marquise está sem cobertura. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Parte da marquise está sem cobertura.
(Foto: Letícia Bucker/ G1)

De acordo com o secretário de Obras e Urbanismo de Campos, Edilson Peixoto, está sendo feito um levantamento de marquises em todo o município e sendo priorizadas as que estiverem em condições mais precárias. Cerca de 80 marquises já foram recuperadas, seguindo um cronograma do órgão.

“Apesar das marquises estarem sendo recuperadas, a prioridade da secretaria é com relação às coberturas”, comentou.

 

G1 Portal de Notícias da Globo .

Pontos de ônibus estão em péssimas condições em Campos, RJ

 

Usuários reclamam das estruturas que são oferecidas.
Secretaria de Obras faz um levantamento na cidade.

Ponto de ônibus no bairro Pecuária. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Ponto de ônibus no bairro Pecuária. (Foto: Letícia Bucker/ G1)

Estrutura metálica retorcida e cobertura plástica empenada. Os detalhes dão a impressão de uma narração sobre uma escultura moderna, mas essas são as características das marquises dos pontos de ônibus na cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Na tarde desta terça-feira (21), a equipe de reportagem do G1 percorreu alguns bairros da cidade e fotografou as péssimas condições oferecidas para os usuários.

No bairro da Pecuária, o ponto de ônibus instalado na calçada do maior cemitério do interior do estado do Rio de Janeiro, está em estado deplorável. Toda a estrutura está torta e só há parte da cobertura que protege o passageiro.

Na avenida 28 de março, próximo ao bairro Parque São Caetano, a cobertura do ponto está pela metade e quem aguarda a condução diz que precisa ficar desviando do sol. Quando chove a solução é dividir com os demais.

Ponto de ônibus na Av. 28 de Março. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Ponto de ônibus na Av. 28 de Março. (Foto: Letícia Bucker/ G1)

“Eu sempre ando com uma sombrinha na bolsa, mesmo que o tempo esteja firme. Aqui em Campos a maioria dos pontos de ônibus não possuem estrutura e os que tem, estão quebrados. A sombrinha ajuda quando o sol está muito quente”, contou a secretária Carmem Santana.

A estudante, Tamiris Souza, disse que além da falta de cobertura a estrutura está solta e que tem medo de sentar e acabar se machucando.

“Estudo em um colégio do bairro e fico todos os dias aguardando a condução até a minha casa. Um dia alguém vai cair aqui, porque está tudo empenado. O pior são os idosos que precisam se sentar e correm risco”, disse.

Parte da marquise está sem cobertura. (Foto: Letícia Bucker/ G1)Parte da marquise está sem cobertura.
(Foto: Letícia Bucker/ G1)

De acordo com o secretário de Obras e Urbanismo de Campos, Edilson Peixoto, está sendo feito um levantamento de marquises em todo o município e sendo priorizadas as que estiverem em condições mais precárias. Cerca de 80 marquises já foram recuperadas, seguindo um cronograma do órgão.

“Apesar das marquises estarem sendo recuperadas, a prioridade da secretaria é com relação às coberturas”, comentou.

Canal do Rosário continua em processo de limpeza

 

Os alagamentos do Parque Rosário, em consequência do assoreamento do canal que tem o mesmo nome do bairro, já que não recebeu manutenção pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), não é mais um problema. A secretaria de Obras e Urbanismo se encontra no local há cerca de 20 dias efetuando a desobstrução do canal com uma máquina dragline.A limpeza está sendo feita em quase 1.300 metros de canal, segundo o superintendente de Obras e Edificações da Secretaria de Obras, José Rubem. Ele ainda ressalta que houve a necessidade de se fazer esta limpeza, já que um bairro inteiro estava sendo prejudicado pela falta de limpeza no canal. A previsão de término do trabalho é para daqui a 20 dias, em média.- Já podemos perceber melhorias quando chove, já que o nível do canal está bem mais baixo. Estamos numa fase mais difícil no momento, pois o local de desassoreamento está alagado e demanda mais tempo de trabalho. Com as ações já realizadas, podemos ver melhorias e a população pode ficar mais tranquila- pontua José Rubem.

Fonte : Secom Campos

Construção civil deve fechar 2012 com crescimento de 4%, diz sindicato

Vice-presidente da entidade diz que setor ‘andou razoavelmente bem’.

Para 2013, crescimento deve ser de 3,5% a 4%.

Sinduscon apresentou dados sobre o setor da construção civil nesta quarta-feira (28) (Foto: Fabiola Glenia/G1)
Sinduscon apresentou dados sobre o setor da
construção civil nesta quarta-feira (28)
(Foto: Fabiola Glenia/G1)

A construção civil deve fechar o ano de 2012 com crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e a expectativa é de crescimento de 3,5% a 4% no próximo ano. As projeções foram feitas pelo Sindicado da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), nesta quarta-feira (28).

“A construção civil em 2012 andou razoavelmente bem. Teve um cenário menos exuberante que em 2010 e 2011, mas tem números muito bons para apresentar e a gente enxerga um cenário de estabilização de nível de atividade, de número de empregados e demais parâmetros”, disse Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP.

No fim do ano passado, a entidade previa que o setor alcançasse um crescimento da ordem de 5% em 2012.

“O setor cresceu, mas em ritmo menor que esperávamos. Observamos que as empresas continuaram contratando, a taxa de emprego continuou sendo positiva, mas o ritmo de contratação das empresas de construção diminuiu”, afirmou Ana Maria Castelo, coordenadora de Estudos de Construção Civil do Ibre.

Emprego
O emprego formal na construção civil deve crescer 5,9% este ano, na comparação com o ano anterior. “Representa uma mudança em relação aos anos anteriores, mas ainda é um patamar importante (…). Final do ano é um período de sazonalidade negativa. Sempre no final do ano isso ocorre. As empresas demitem mais do que contratam”, lembrou Ana Maria.

A expectativa do Sinduscon-SP é que, em 2012, a taxa de investimentos fique em torno de 17,5% do PIB. Para 2013, pode haver uma recuperação desta taxa, que pode atingir 19% do PIB. “A gente precisa de uma taxa de investimento na faixa de 22, 23% para avançar”, reforçou Zaidan.

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Fonte : G1 Portal de Notícias da Globo .

Plástico verde

Plástico da cana

No momento em que o mundo estará atento ao Brasil durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre de 13 a 22 de junho, alguns dos produtos mais inovadores que o país tem a mostrar são os chamados plásticos verdes, produzidos a partir da cana-de-açúcar. Em Campos, as usinas Coagro e Paraíso estudam suas versões do plástico de cana, que também é biodegradável.

ENTREGA DAS DOAÇÕES DE ALIMENTOS ARRECADADOS NO 1º TORNEIO BENEFICENTE DO LIONS CLUB DE CAMPOS/RJ

 

 

O Lions Club de Campos realizou nesta sexta-feira (23 de março de 2012), a entrega das doações arrecadadas no  Torneio de Futebol Beneficente realizado pelo Lions Club de Campos na semana anterior (17 e 18 de março) , no Club de Regatas Saldanha da Gama. Foi doada 10 (dez) cesta-básica para a Igreja Imep, 10 (dez) cesta-básica para a igreja Plenitude, 12 (doze) cesta-básica  para o Educandário para cegos e  12 (doze) cesta-básica para a Associação Monsenhor Severino em Campos,  os integrantes do Lions Club entre eles o CL Presidente Ronaldo Alves, o CL Vice Presidente Fabrício Lírio, o CL Odilon e Domadoras estavam presentes na entrega das doações, fazendo mais uma ação de solidariedade e amor ao próximo.

Desenvolvimento sustentável no campo é meta em Campos

A Prefeitura de Campos reconhece a importância da atividade das comunidades rurais na agricultura familiar para a produção de alimentos. Através da Secretaria de Agricultura e Pesca, o governo municipal promove o desenvolvimento sustentável no campo, com várias ações, seja com os empréstimos do maquinário e implementos agrícolas, seja com apoio técnico, para ensinar novas técnicas de preparo do solo, cultivo, manejo e comercialização. O secretário da pasta, Eduardo Crespo, informa que, no momento, pelo menos dois mil pequenos produtores rurais são contemplados com os serviços da frota da Patrulha Mecanizada, na preparação do solo para plantio de diversas culturas; na limpeza e abertura de bebedouros do gado; na recuperação das estradas vicinais e no recebimento de mudas e sementes do Banco de Sementes.

– No momento estamos aproveitando o período de chuvas e concentramos esforços utilizando a frota da Patrulha Mecanizada (tratores, arados, grades, plantadeiras, colhedoras, caminhões, trilhadeiras, máquinas recuperadoras de estradas (como patroladoras, pás mecânicas, retroescavadeiras) que foi triplicada neste governo, para apoiar os pequenos produtores rurais e famílias dos assentados nos assentamentos do Incra – informou Eduardo Crespo, que apresenta resultados sem conter a satisfação:

– Graças ao apoio da Secretaria de Agricultura de Campos, somente durante o ano de 2011, os pequenos produtores de Campos comercializaram mais de 700 toneladas de produtos agroecológicos. O apoio ao pequeno produtor e ao agricultor familiar recebe todo apoio, desde o empréstimo do maquinário, a assistência técnica, ao licenciamento ambiental e o apoio também na hora da colheita, e da comercialização, através da logística para o transporte do campo até à Feira da Roça – detalhou.

Fonte: Prefeitura de Campos