O gás mais caro do Brasil foi encontrado em Brasília, onde se cobra R$ 50. O mais barato está nas regiões Norte e Nordeste.

O gás de botijão está caro. Em alguns estados, o aumento chegou a 10%. Uma preocupação até para quem vende. Quando se fala em aumento, o brasileiro fica assustado. “É o bolso que vai pesar”, diz uma senhora. O botijão de 13 quilos do gás de cozinha está, em média, R$ 3 mais caro. “Daqui a pouco a gente vai cozinhar com o quê?”, indaga uma dona de casa.

A comerciante Silvânia Alves vende marmitas e gasta dois botijões por semana. “Vou tentar não repassar esse valor, mas um pouquinho não tem como segurar”, lamenta. O preço do gás em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal. O gás mais caro do Brasil foi encontrado em Brasília, onde se cobra R$ 50, seguida de Cuiabá (R$ 49,90) e São Paulo (R$ 48). O mais barato está nas regiões Norte e Nordeste. Em Manaus chega a R$ 33, seguida de Aracajú (R$ 34) e João Pessoa (R$ 35). “Nas regiões ou municípios onde o gás está um pouco mais barato, tende a ter aumento maior para o gás, que deve chegar a R$ 45. Onde está mais caro, na faixa de R$ 45, o aumento é menor e deve chegar aos R$ 50”, explica o presidente da Associação Brasileira de Revendedores de GLP, Alexandre Borjali.

Para os revendedores, a preocupação com a queda nas vendas é que, normalmente, quando há aumento, quem tem dois botijões em casa espera o reserva acabar para voltar a comprar apenas um. Desta forma, o movimento cai em média 10%.

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