A Enfermagem brasileira participa dos movimentos sociais e do controle social no

SUS, atuando no campo da construção da democracia participativa, por esta razão defende o

Exercício pleno da democracia em todos os órgãos representativos da profissão.

Já transcorreu de 15 anos sem que haja mudanças na prática na direção do Sistema

COFEN/CORENs, com a perpetuação do mesmo grupo dirigente.

A democracia interna foi substituída por processos judiciais, resoluções, decisões.

Elaboradas por poucos conselheiros, que ferem princípios e agridem a autonomia das pessoas e das.

Instituições; e ainda, por eleições burocráticas e viciadas que impedem a livre participação de outros.

Grupos no processo eleitoral.

A fiscalização do exercício da profissão extrapola no seu poder disciplinar, exagera.

No uso do poder de polícia, estimula o desemprego, determina a demissão de trabalhadores, expõe o.

Trabalhador a situações vexatórias quando da cobrança da anuidade, muitas vezes indevida, não negocia a eventual dívida, não dialoga, ameaça.

Obriga as lideranças da categoria a constituírem advogados para toda e qualquer

Discordância, inclusive quando adentra nos espaços de trabalho sem o mínimo respeito, cuidado e ético.

A autarquia federal de fiscalização do exercício da enfermagem vinculada ao

Ministério do Trabalho tem hoje ex-dirigentes presos, inclusive o ex-presidente do COFEN,

Enfermeiro Gilberto Linhares Teixeira, condenado a 19 anos e 8 meses de cadeia.

O modus operandi da quadrilha, que é o termo usado na sentença do inquérito.

Conhecido como Operação Predador, que fraudava licitações, compras e desviava dinheiro dos Profissionais de Enfermagem do Brasil, além de crimes como de interceptações telefônicas e até.

Assassinatos foram desbaratados pelas denúncias constantes de lideranças da profissão, e comprovadas.

Pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro.

Neste dia a Enfermagem exige das autoridades competentes a apuração dos

Assassinatos de Marcos Otávio Valadão e Edma Rodrigues Valadão, e de outros trabalhadores que tombaram em luta.

Apesar da tristeza, não se pode perder a esperança. A justiça continuará sendo feita.

Para que as autoridades não se esqueçam de e promovam a justiça, punindo os

Mandantes e assassinos de Marcos e Edma Valadão, estamos vigilantes e solicitamos agilidade na apuração dos três processos que correm em segredo de justiça no Estado do Rio de Janeiro.

A luta continua por isto a Enfermagem dedica o dia 16 de maio como Dia Nacional

De Luta da Enfermagem Brasileira pela Democratização do Sistema COFEN/CORENs.

Neste ano e neste período em que se comemora a 67ª Semana Brasileira de

Enfermagem, de 12 a 20 de maio, e os 80 anos da ABEn as esperanças se renovam.

A Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) e a Federação Nacional dos

Enfermeiros (FNE) já solicitaram ao Ministério do Trabalho a imediata intervenção no Conselho

Federal de Enfermagem/Conselhos Regionais de Enfermagem COFEN/CORENs, para o

Afastamento da atual diretoria, umbilicalmente ligada ao maior esquema de fraudes da história dos conselhos profissionais e que ainda persiste na sede do COFEN e dos CORENs de todo o país.

O Ministério do Trabalho, dirigido pelo sindicalista Luiz Marinho, tem em suas mãos

as condições administrativas e competência legais para intervir no sistema COFEN/CORENs e Colocar a casa em ordem.

Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn      

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