EURO ????

História da moeda a Roma  – Início da Moeda

A situação criada pelo início da circulação do Euro, no dia 01 de janeiro de 2002, só foi vivenciada pela Europa no Império Romano. Desde do século 5 o continente europeu, ou pelo menos grande parte dele, volta  trabalhar com uma única moeda.

A moeda que conhecemos em nossos dias, com as características das atuais, surgiu no extinto reino da Lídia, (atualmente Turquia). Creso, o último rei da Lídia, entre os anos de 640 a.C. e 630 a.C. fabricou a primeira moeda, através de uma liga (o electro) de ouro e prata, abundante nos rios da região. A stater (nome da moeda Lídia)  gerou muita prosperidade para o reino.

Não era o ouro ou a prata, no entanto, que proporcionavam a riqueza. Esta tinha origem no comércio que a moeda irrigava. A Lídia foi a primeira sociedade  um reino de lojistas mantendo um comércio varejista. Em meados do século 6 antes de Cristo -um século depois da invenção da moeda- seu reino foi varrido do mapa. A idéia da moeda, no entanto, permaneceu, tendo sido adotada logo pelos gregos e depois pelos romanos.

Em Roma a moeda ficou conhecida como denário, porém, junto com o aumento da circulação da moeda, surgiu um problema bem conhecido de todos a inflação. Para financiar a campanha militar, os romanos descuidaram do denário e geraram a conhecida inflação.

Assim o denário foi perdendo gradualmente o valor. Já no século 6 quando a parte ocidental do Império Romano chegou ao fim, a Europa deixou de ter uma moeda única. O denário acabou substituído por moedas de reinos medievais, com circulação apenas regional. Resgardando as diferenças de contexto, agora em pleno século 21, o euro retoma a idéia do denário, como moeda única de 12 países europeus.

 Surgimento do Euro

O euro () é a moeda oficial de 16 dos 27 países da União Européia. O euro existe na forma de notas e moedas desde 1 janeiro de 2002, e como moeda escritural ( utilizada apenas na contabilidade empresarial) desde 1 de Janeiro de 1999.

Em 1 de Janeiro de 2002, o euro foi introduzido em 12 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França Finlândia, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal.

Primeiros países a aderirem ao Euro.

A Eslovénia adoptaria o euro em 2007, seguida do Chipre e Malta (2008) e da Eslováquia (2009).

Hoje, as notas e moedas de  euro têm curso legal e poder liberatório em 16 dos 27 Estados-Membros da União Europeia.

Atualmente

 

Os 11 Estados-Membros não participantes são: Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Lituânia, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suécia.

A criação de um espaço monetário único entre Estados soberanos e politicamente independentes é um fenômeno com poucos paralelos históricos, o que torna os dez anos de surgimento do euro em um marco significativo nos processos de integração regional.

O mérito da moeda única está ainda no fato de que, no início do século XXI, o euro se transformou rapidamente na segunda moeda de referência do Sistema Monetário Internacional e alcançou alto valor no mercado financeiro.

10 ANOS DE EURO

A despeito do sucesso relativo do euro ao longo destes 10 anos, a adesão de países com características distintas na União Européia complexifica a zona monetária do euro e por isso torna menos clara a capacidade amortecedora frente às crises, demonstrando que apesar dos sinais positivos da união monetária é necessário uma boa dose de sobriedade, por dois motivos.

Em primeiro, por que apesar no campo monetário-financeiro o sucesso do euro ser evidente, na economia real o seu desempenho se apresenta mais preocupante, já que a moeda única ainda não gerou um crescimento econômico mais efetivo nos países que a adotaram.

Em segundo, por que  o aniversário dos dez anos do euro esta sendo ofuscado com os sinais da crise financeira internacional uma vez que o colapso do banco norte-americano Lehman Brothers, em setembro de 2008, transbordou as fronteiras norte-americanas e os países europeus passaram a sofrer com as crises financeiras.

CRISE NA EUROPA

A situação de incertezas em que se encontra a União Européia a “divide” em dois grupos nesse momento: de um lado, os Estados fundadores que questionam, cada vez mais, a eficiência do fragmentado sistema comunitário de regulação financeira e, até mesmo, se a associação ao euro realmente vale à pena, tendo em vista os riscos que oferecem as economias orientais. De outro, os países da Europa Central e Oriental, tradicionalmente mais instáveis, em degradante situação macroeconômica, tanto do setor pública, quanto do privado.

O decenário é um momento impar na história do euro pois ao demarcar uma celebração de sucesso atesta o que pode ser considerado o maior desafio desde o seu lançamento: enfrentar a crise internacional e, ao mesmo tempo, balancear necessidades tão distintas dos Estados membros, por meio de uma política monetária comum, sem tornar o continente europeu em uma colcha de retalhos.

COMO O EURO ESTÁ DESMORONANDO?

A idéia era ……..

  • Reduzir Custos de Transações,
  • Incentivar o Turismo e
  • Agilizar a Economia.

 O que deu errado?

A maioria dos Governos tem déficit orçamentário, ou seja, gasta mais doque arrecada. Compare a Dívida de alguns veja os valores das dívidas de alguns Países Europeus em 2010.

Mas não se trata apenas de dívidas, os credores precisam acreditar que umpaís poderá repagar sua dívida. Caso contrário os juros disparam e empréstimos se tornam caros demais. Então, os governos então pedem empréstimos de emergência. Veja alguns empréstimos por alguns páises:

  • Grécia = € 110 bilhões em maio de 2010.
  • Irlanda = € 85 bilhões em novembro de 2010.
  • Portugal =  € 78 bilhões em maio de 2011.
  • Grécia (novamente) =    € ??? bilhões em julho de 2011.

Total da dívida grega: € 340 bilhões = € 31mil por grego, sendo que o sálario médio na Grécia em 2008 era de  € 25.915.

Quem sai perdendo se a Grécia na pagar a dívida??? O país mais afetado será a França em cerca 56 bilhões de dólares. Alemanha, Grã Bretanha e Estados Unidos também irão amarga um prejuízo, pois são credores da Grécia. Porém, a crise tem um efeito dominó, onde todos os países da zona do euro. E também há risco de se espalhar imediatamente para vários outros países do mundo.

Por enquanto o Brasil esta com uma economia forte e provavelmente sofrerá perdas já que vem se desmonstrando como um país em desenvolvimento mesmo em meio a crise dos Estados Unidos de 2008.

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